<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Anuga Select Brazil</title>
	<atom:link href="https://anuga-brazil.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://anuga-brazil.com.br</link>
	<description>Feira Internacional de Alimentos e Bebidas</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Oct 2026 03:33:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://anuga-brazil.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Frame-2-2.png</url>
	<title>Anuga Select Brazil</title>
	<link>https://anuga-brazil.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>2027 começa agora: quais movimentos de 2026 devem definir o mercado de alimentos no próximo ano?</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/2027-comeca-agora-quais-movimentos-de-2026-devem-definir-o-mercado-de-alimentos-no-proximo-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 23:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências e Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[food service]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Hábitos de Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=68303</guid>

					<description><![CDATA[Resumo rápido: As principais tendências do mercado de alimentos 2027 envolvem mudanças nos hábitos alimentares com o uso de medicamentos GLP-1, maior atenção ao preço, crescimento das marcas próprias, aplicação prática da inteligência artificial e novos canais de venda. Essas mudanças já influenciam decisões sobre porções, embalagens, sortimento, formulação e formas de chegar ao consumidor. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Resumo rápido: </b><span style="font-weight: 400;">As principais tendências do <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">mercado</a> de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/">alimentos</a> 2027 envolvem mudanças nos hábitos alimentares com o uso de medicamentos GLP-1, maior atenção ao preço, crescimento das marcas próprias, aplicação prática da <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">inteligência artificial</a> e novos canais de venda. Essas mudanças já influenciam decisões sobre porções, embalagens, sortimento, formulação e formas de chegar ao consumidor. Estar na <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">Anuga Select Brazil</a> é uma forma de acompanhar esse cenário de perto e transformar tendências em negócios, ao reunir marcas, compradores e profissionais de diferentes áreas do mercado de <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">alimentos e bebidas</a>.</span></p>
<p><b>Índice</b></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">2027 começa nas decisões de hoje </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">GLP-1, <a href="https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/">proteína</a> e porções menores entram na mesma conversa </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Quanto o consumidor está disposto a pagar em 2027? </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Da marca própria ao tamanho da embalagem, o varejo revê suas escolhas </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Depois dos testes com IA, chega a hora de colocar a tecnologia para trabalhar </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A mesma refeição, cada vez mais canais para comprá-la </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O que 2026 já conta sobre o mercado de alimentos em 2027?</span></span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2027 começa nas decisões de hoje</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As tendências do mercado de alimentos 2027 começaram a aparecer bem antes da virada do calendário. Em 2026, medicamentos à base de </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/"><span style="font-weight: 400;">GLP-1</span></a><span style="font-weight: 400;"> chegaram ao carrinho de compras por meio de novos hábitos alimentares, a pressão sobre o orçamento aumentou a atenção ao preço e as marcas próprias conquistaram consumidores. </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/"><span style="font-weight: 400;">Inteligência artificial</span></a><span style="font-weight: 400;">, delivery e novos formatos de venda também passaram a interferir diretamente nas decisões das empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os movimentos acontecem em um segmento de enorme peso na economia brasileira. O varejo alimentar faturou R$ 1,145 trilhão em 2025, considerando supermercados, atacarejos, minimercados, e-commerce, lojas de conveniência e hortifrutis, segundo o Ranking ABRAS 2026. O valor equivale a 9,02% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tamanho dessa operação também torna qualquer mudança de comportamento relevante. Uma embalagem menor, uma troca de marca, um pedido feito pelo aplicativo ou uma preferência alimentar que chega a milhões de pessoas pode alterar sortimento, volume vendido, formulação e negociação com compradores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem está planejando 2027 já encontra sinais suficientes para rever algumas decisões. Cinco deles merecem atenção.</span></p>
<p><b>GLP-1, proteína e porções menores entram na mesma conversa</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ozempic, Wegovy e outros medicamentos da classe dos análogos de GLP-1 levaram uma discussão originalmente ligada à <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">saúde</a> para dentro das empresas de alimentos e bebidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa da Nestlé realizada com 320 brasileiros de 18 a 50 anos, das classes A, B e C e que mantêm algum cuidado com alimentação e corpo, encontrou 25% de usuários de medicamentos dessa <a href="https://anuga-brazil.com.br/maior-campeonato-brasileiro-de-pizzaiolos-reune-competidores-de-todo-o-pais-em-classificatoria-para-competicao-mundial/">categoria</a>. Outros 18% disseram já ter utilizado. Entre os usuários, 95% afirmaram buscar uma alimentação mais saudável e 59% tinham acompanhamento nutricional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os efeitos comerciais começam a ficar mais claros quando se observa o que acontece no carrinho. Nos Estados Unidos, a pesquisa da PwC mostrou que, nos lares com usuários de GLP-1, o gasto com supermercado caiu 5,5%. A composição das compras também mudou. Entre os usuários atuais, 61% disseram comprar menos doces e 56% reduziram snacks salgados. No sentido contrário, 44% passaram a comprar mais frutas e vegetais frescos, 35% aumentaram a aquisição de </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/"><span style="font-weight: 400;">proteínas</span></a><span style="font-weight: 400;"> embaladas e 34%, de proteínas frescas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Restaurantes também aparecem nessa conta. O levantamento registrou redução de 8,7% nos gastos com restaurantes de serviço rápido após seis a oito meses de uso dos medicamentos. Entre usuários atuais e antigos, 35% gostariam de encontrar </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/"><span style="font-weight: 400;">porções</span></a><span style="font-weight: 400;"> menores por preços proporcionalmente mais baixos e 32% procuram meia porção ou pratos compartilhados sem cobrança adicional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São números dos Estados Unidos e refletem o comportamento daquele mercado. A pesquisa brasileira indica, ainda assim, que o GLP-1 já alcançou uma parcela relevante do público acompanhado e pode influenciar escolhas por aqui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A discussão comercial para 2027 envolve quantidade e composição. Se parte dos clientes reduz o volume consumido, <a href="https://anuga-brazil.com.br/7a-edicao-da-anuga-premia-produtos-que-se-destacam-pela-inovacao-e-criatividade/">produtos</a> com proteína, fibras e outros atributos nutricionais podem disputar uma fatia maior da alimentação diária. Embalagens individuais e porções menores também merecem ser observadas com mais atenção, principalmente quando preservam uma boa relação entre preço e entrega nutricional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O impacto varia bastante entre categorias. Doces, bebidas açucaradas e snacks enfrentam questões diferentes das encontradas por iogurtes, refeições prontas ou alimentos proteicos. A leitura do fenômeno precisará chegar a cada produto e ocasião de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-com-menos-acucar-como-a-industria-esta-reformulando-produtos-sem-perder-sabor/">consumo</a>, em vez de se limitar à constatação de que o consumidor está mais preocupado com a saúde.</span></p>
<p><b>Quanto o consumidor está disposto a pagar em 2027?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A NielsenIQ destacou a inflação dos alimentos e o endividamento entre os fatores associados à queda no volume de compras no <a href="https://anuga-brazil.com.br/sorvete-de-coxinha-marca-chinesa-investe-em-alimentos-3d-para-ampliar-atuacao-no-mercado-sulamericano/">Brasil</a>. O estudo Full View 2026 mostrou que as famílias estão fazendo de tudo para economizar, cortando gastos, trocando o consumo fora de casa pelo e-commerce e ajustando prioridades. Até remédios para emagrecimento e bets entraram na briga por esse mesmo bolso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fidelidade às marcas também balançou com essa sensibilidade aos preços. Apenas 12% dos consumidores dizem que continuam comprando a mesma marca não importa o valor da etiqueta. Uma promoção, uma embalagem menor ou uma alternativa mais em conta podem levar o cliente a trocar de produto. O grande desafio do <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-preparar-um-steak-tartare-perfeito-chef-da-5-dicas-para-chegar-ao-sabor-ideal/">setor</a> de alimentos é provar o valor do produto para um consumidor que compara tudo o tempo todo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entrar nessa disputa exige olhar atento para sortimento, gramatura e promoção. Reduzir o tamanho da embalagem vai diminuir o valor que sai do bolso na hora, mas o preço por quilo continua ali, visível para quem faz conta. Já o pacote maior exige um desembolso inicial mais alto e pode funcionar melhor para quem consegue concentrar as compras do mês.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para completar, sabor, preço e qualidade seguem no topo das prioridades em alimentos e bebidas, enquanto a busca por hábitos <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-olho-em-mudanca-de-comportamento-dos-consumidores-marcas-tentam-deixar-produtos-industrializados-mais-naturais/">saudáveis</a> é o fator que mais cresce, segundo <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-tecnologia-e-dados-estao-mudando-as-decisoes-de-compra-no-food-retail/">dados</a> recentes da McKinsey. O consumidor quer mais proteína, </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/"><span style="font-weight: 400;">ingredientes de primeira</span></a><span style="font-weight: 400;"> e praticidade, mas sem estourar o orçamento. Em 2027, vencer no mercado vai depender diretamente de entregar essa equação completa por um preço que realmente faça sentido no carrinho.</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Movimento observado</b></td>
<td><b>O que os dados de 2026 mostram</b></td>
<td><b>Decisão que entra no planejamento de 2027</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>GLP-1 e nutrição</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">25% do público pesquisado pela Nestlé usa análogos de GLP-1</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Rever porções, composição nutricional e ocasiões de consumo</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Pressão sobre o orçamento</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Só 12% manteriam suas marcas habituais independentemente do preço, segundo a NIQ</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Reavaliar sortimento, gramaturas, preço e proposta de valor</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Marca própria</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Segmento cresce em média 9,2% ao ano no Brasil</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Avaliar portfólio próprio e parcerias de produção</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>IA</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Só 2% das empresas pesquisadas pela TraceGains têm processos de P&amp;D totalmente digitalizados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Integrar dados antes de ampliar aplicações de IA</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b><a href="https://anuga-brazil.com.br/foodservice-em-transformacao-o-que-restaurantes-hoteis-e-bares-estao-buscando/">Foodservice</a> digital</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Apps respondem, em média, por 58% das <a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">vendas</a> via delivery nos estabelecimentos pesquisados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Planejar cardápio e operação para diferentes canais</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Da marca própria ao tamanho da embalagem, o varejo revê suas escolhas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A busca por preços mais competitivos encontra outro movimento muito forte nas </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/o-novo-mapa-das-prateleiras-dos-supermercados-como-acompanhar-as-tendencias-de-consumo-no-varejo-alimentar-para-ganhar-competitividade/"><span style="font-weight: 400;">gôndolas</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é a expansão das </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/private-label-cresce-no-varejo-e-abre-oportunidades-no-mercado-de-alimentos-e-bebidas/"><span style="font-weight: 400;">marcas próprias</span></a><span style="font-weight: 400;">. Dados da NielsenIQ mostram um crescimento médio de 9,2% ao ano no Brasil. A penetração desses produtos nos lares chama atenção, alcançando 34% das famílias, com quase 70% dos consumidores enxergando um excelente custo-benefício na categoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O interesse do varejista nesse movimento faz todo sentido. Criar uma linha própria dá liberdade para ajustar fórmula, posicionamento, embalagem, preço e ainda garantir exclusividade dentro das lojas. Além disso, interfere na negociação com as marcas tradicionais, já que a comparação de valores acontece ali, lado a lado na prateleira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No setor de alimentos, essa estratégia vai desde os itens mais básicos da cesta até opções saudáveis, práticas e de maior valor agregado. Para as empresas que fabricam esses produtos, o crescimento das marcas próprias amplia a possibilidade de produzir para terceiros, com exigências de capacidade produtiva, padronização, segurança dos alimentos e flexibilidade para atender às especificações de cada cliente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As embalagens também entram direto nesse cálculo do varejo.  A busca por um valor final menor na hora do caixa esquenta a discussão sobre porções e gramaturas, e a popularização dos remédios para emagrecimento do tipo GLP-1 entra também nessa conversa sobre o tamanho ideal das porções. Praticidade, facilidade no transporte e redução do desperdício também influenciam a escolha do formato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na gôndola, a </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/alem-do-preco-o-que-realmente-influencia-a-decisao-de-compra-de-alimentos/"><span style="font-weight: 400;">decisão</span></a><span style="font-weight: 400;"> passa pela combinação entre marca, tamanho, preço e ocasião de consumo em cada categoria.</span></p>
<p><b>Depois dos testes com IA, chega a hora de colocar a tecnologia para trabalhar</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-as-tendencias-que-vao-revolucionar-a-industria-de-alimentos-e-bebidas/"><span style="font-weight: 400;">inteligência artificial</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi um dos temas mais quentes no meio corporativo nos últimos anos. No setor de alimentos e bebidas, o ano de 2026 deixou bem evidente a diferença entre apenas testar uma ferramenta e realmente integrá-la à rotina do negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa da TraceGains com mais de 400 profissionais mostrou que 40% deles apontam a falta de integração entre sistemas e o excesso de dados espalhados como as maiores barreiras para ganhar agilidade. Para avançar no uso da IA, a falta de confiança na precisão das informações ainda limita a adoção da tecnologia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo trouxe outro dado que chama atenção. Embora 83% das marcas pesquisadas estivessem aumentando os <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">investimentos</a> em novos produtos, apenas 2% contavam com processos de Pesquisa e Desenvolvimento totalmente digitalizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, a IA já consegue dar suporte em pesquisa, formulação, análise de mercado, projeções, documentação e desenvolvimento de itens. Só que a entrega depende da qualidade do que entra no sistema. Fichas técnicas perdidas em planilhas, informações de <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-futuro-da-industria-de-alimentos/">ingredientes</a> ilhadas e históricos sem padrão limitam bastante o potencial de automação segura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, na <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a> de alimentos, um deslize custa caro. Mexer numa receita envolve controle de alergênicos, normas regulatórias, custos, estoque de matéria-prima e perfil sensorial. Ganhar velocidade só vale a pena se houver rastreabilidade total e validação técnica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, a cobrança deve se concentrar nos resultados. O uso da IA precisa aparecer no dia a dia, seja na redução do tempo gasto em uma reformulação, no acesso mais rápido a dados seguros sobre insumos ou no intervalo entre a criação de um produto e sua chegada à prateleira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas sim são métricas que interessam, muito mais do que simplesmente listar quantas plataformas a empresa contratou.</span></p>
<p><b>A mesma refeição, cada vez mais canais para comprá-la</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como o brasileiro escolhe onde comprar comida também merece atenção no planejamento de 2027. A projeção da Abrasel indica que bares e restaurantes devem fechar 2026 faturando R$ 540 bilhões, um avanço perto de 9% sobre os R$ 495 bilhões de 2025. Em agosto, o setor registrou alta de 7,4% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, emplacando onze meses seguidos de crescimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Só que o faturamento traz apenas um pedaço do cenário. Os caminhos para alcançar o cliente se multiplicaram. Um estudo encomendado pela 99Food junto à Abrasel revela que 86% dos estabelecimentos com delivery atendem por aplicativos, que já concentram, em média, 58% dessas vendas. Na retaguarda, o dado traz um ponto de atenção: 78% das casas preparam os pratos do salão e as entregas na exata mesma linha de produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, uma única cozinha precisa dar conta de ocasiões de consumo totalmente opostas, sem nem sempre ter sido planejada para essa dinâmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concorrência pela refeição também envolve outros formatos de venda. Os supermercados investem forte em rotisseria e refeições prontas. As lojas de conveniência capturam o público dos lanches rápidos. Já os restaurantes dividem forças entre salão, retirada e entregas. O cliente decide com base em preço, horário, deslocamento e conveniência do momento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa mistura de canais altera a estratégia de quem vende alimentos. Um item pronto para consumo concorre tanto na gôndola gelada do mercado quanto na tela do app de entregas na hora do almoço. Da mesma forma, uma bebida pode ser comprada no supermercado para abastecer a despensa, na loja de conveniência para consumo na hora ou no combo do delivery.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O varejo alimentar brasileiro reúne supermercados tradicionais, atacarejos, mercadinhos de bairro, e-commerce, conveniência e hortifrutis em uma estrutura gigante. Paralelamente, no consumo fora de casa, o fortalecimento do delivery multiplica os pontos de contato ao longo do dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, o desafio comercial para 2027 passa por definir onde cada produto performa melhor. Formato de embalagem, margem, tamanho da porção e até a formulação do item podem exigir ajustes para funcionar bem em cada canal.</span></p>
<p><b>O que 2026 já conta sobre o mercado de alimentos em 2027?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os movimentos observados ao longo de 2026 mostram um consumidor mais criterioso na forma como escolhe, compra e consome alimentos. Preço continua relevante, mas divide a decisão com composição nutricional, conveniência, tamanho da porção e adequação a diferentes ocasiões de consumo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A leitura para 2027 está nos detalhes. Uma mudança que parece pequena no carrinho pode exigir revisão de sortimento, embalagem ou formulação. Um novo hábito alimentar pode afetar categorias de maneiras distintas. E a multiplicação dos canais exige saber onde, como e em qual formato o cliente espera encontrar determinado produto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para as empresas, 2027 começa com essas decisões já na mesa. E quem pretende colocar novos produtos, formatos e propostas diante dos compradores terá um encontro importante logo no início do ano. De 6 a 8 de abril, a <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">Anuga</a> Select Brazil reúne o mercado de alimentos e bebidas no Distrito Anhembi, em São Paulo. Em 2026, a <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a> recebeu mais de 14 mil visitantes, participantes de 74 países e mais de 550 marcas, além de 2.500 reuniões realizadas por meio do programa de compradores convidados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a sua empresa quer fazer parte do que estará nas prateleiras, nos cardápios e nos diferentes pontos de vendas daqui pra frente, este é o momento de garantir seu espaço. Seja expositor da Anuga Select Brazil 2027, apresente seus produtos diretamente ao mercado e encontre compradores em busca das próximas novidades do setor.</span></p>
<p><a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=anuga_quero_expor_27&amp;utm_content=tendencias_do_mercado_de_alimentos" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Clique aqui e saiba como expor.</span></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IA na indústria de alimentos e bebidas: como ela já muda produtos, operações e a relação com o consumidor</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/ia-na-industria-de-alimentos-e-bebidas-como-ela-ja-muda-produtos-operacoes-e-a-relacao-com-o-consumidor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 22:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia & Food Tech]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=68278</guid>

					<description><![CDATA[Resumo rápido: A inteligência artificial encontrou espaço prático no setor de alimentos e bebidas, transformando desde a criação de receitas até a gestão de estoque, controle de qualidade e atendimento. Acompanhar essas mudanças pede atenção aos locais onde o mercado se encontra para debater inovação, e a Anuga Select Brazil desponta como um dos principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Resumo rápido</b><span style="font-weight: 400;">: A <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">inteligência artificial</a> encontrou espaço prático no <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-preparar-um-steak-tartare-perfeito-chef-da-5-dicas-para-chegar-ao-sabor-ideal/">setor</a> de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/">alimentos</a> e bebidas, transformando desde a criação de receitas até a gestão de estoque, controle de qualidade e atendimento. Acompanhar essas mudanças pede atenção aos locais onde o <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">mercado</a> se encontra para debater inovação, e a <a href="https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/">Anuga</a> Select Brazil desponta como um dos principais pontos dessa conversa.</span></p>
<p><b>Índice</b></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Uma nova forma de pensar o setor </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">IA na <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a> de <a href="https://anuga-brazil.com.br/sorvete-de-coxinha-marca-chinesa-investe-em-alimentos-3d-para-ampliar-atuacao-no-mercado-sulamericano/">alimentos e bebidas</a> acelera o desenvolvimento de <a href="https://anuga-brazil.com.br/7a-edicao-da-anuga-premia-produtos-que-se-destacam-pela-inovacao-e-criatividade/">produtos</a> </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Na fábrica, antecipar problemas reduz perdas e melhora o controle </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No varejo e no <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">food service</a>, estoque e oferta ficam mais precisos </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atendimento mais ágil na ponta final </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O resultado depende de onde a IA é aplicada </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Perguntas frequentes</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Uma nova forma de pensar o setor</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inteligência artificial já faz parte da rotina de empresas do setor, com aplicações que chegam a diferentes áreas do negócio. O impacto da IA na indústria de alimentos e bebidas vai do planejamento estratégico ao chão de fábrica, influenciando custos, desperdício, velocidade de lançamentos e volumes de venda a partir de análises cada vez mais detalhadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para dar dimensão a esse mercado, dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) mostram um faturamento de R$ 1,388 trilhão em 2025, acompanhado por <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">investimentos</a> de R$ 41,3 bilhões. Em uma estrutura gigantesca como essa, a tecnologia ganha protagonismo ao cruzar </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/"><span style="font-weight: 400;">dados</span></a><span style="font-weight: 400;"> de <a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">vendas</a>, estoque, clima, desempenho de máquinas e comportamento de compra, identificando padrões difíceis de perceber em análises manuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa movimentação também aparece nos bastidores, mesmo quando passa despercebida por quem compra. Ela pode orientar a escolha de <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-futuro-da-industria-de-alimentos/">ingredientes</a>, ajudar a planejar o abastecimento de cada ponto de venda e ajustar o atendimento em plataformas digitais.</span></p>
<p><b>IA na indústria de alimentos e bebidas acelera o desenvolvimento de produtos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Formular um <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">alimento</a> exige equilibrar sabor, textura, custo e aceitação do público. Mexer na quantidade de açúcar, por exemplo, muda a consistência da receita, da mesma forma que trocar um insumo para baratear custos pode alterar o aroma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Preferências de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-com-menos-acucar-como-a-industria-esta-reformulando-produtos-sem-perder-sabor/">consumo</a>, como a busca por produtos zero ou </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/"><span style="font-weight: 400;">ricos em proteínas</span></a><span style="font-weight: 400;">, também pressionam as empresas a desenvolver novas </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/o-futuro-da-industria-de-alimentos/"><span style="font-weight: 400;">formulações</span></a><span style="font-weight: 400;">. Esse interesse aparece nos investimentos: uma pesquisa da TraceGains apontou que 83% das marcas do setor pretendiam elevar os recursos destinados a P&amp;D em 2025, com 17% já aplicando a IA na indústria de alimentos e bebidas de forma ampla no desenvolvimento de produtos e 45% testando a tecnologia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pense na criação de uma alternativa vegetal para um item de origem animal. Combinar proteínas, gorduras e fibras até chegar ao aroma e à textura ideais pode exigir inúmeras combinações e rodadas de testes. Hoje, algoritmos analisam características moleculares e sensoriais antes mesmo de levar a receita para a cozinha de testes, acelerando descobertas de novos sabores e combinações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a validação humana continua sendo uma etapa decisiva, já que provar o produto e avaliar estabilidade, textura, aroma e aceitação sensorial continuam fazendo parte do desenvolvimento. A diferença é que a equipe trabalha apenas com as opções mais promissoras, economizando tempo e insumos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O recurso ganha ainda mais utilidade quando um ingrediente fica mais caro ou uma receita precisa ter menos sódio sem perder o apelo com o público. Avaliar substituições no sistema antes de ir para o fogão encurta caminhos e evita testes desnecessários.</span></p>
<p><b>Na fábrica, antecipar problemas reduz perdas e melhora o controle</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na rotina produtiva, a IA aplicada à indústria ajuda a antecipar imprevistos e reduzir o risco de prejuízos. Sensores espalhados pelas máquinas monitoram temperatura, vibração e velocidade, permitindo agendar manutenções antes que uma peça quebre e pare a linha inteira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade dos itens também passa por um controle automatizado com visão computacional. Câmeras posicionadas nas esteiras checam cor, tamanho, formato e nível de cozimento em tempo real, identificando desvios assim que eles aparecem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A previsão de <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">demanda</a> acrescenta outra possibilidade. O histórico de vendas ganha o reforço de dados como clima, sazonalidade, feriados, promoções e tendências de consumo. Um período de calor fora do comum, por exemplo, pode aumentar a procura por bebidas e sorvetes, enquanto datas comemorativas alteram o desempenho de determinadas categorias. Considerar essas variações aproxima o que é produzido do que as pessoas realmente compram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esse ajuste fino que combate o desperdício. É preciso ter em mente que produzir de menos deixa a prateleira vazia; produzir demais gera perdas com produtos vencidos. Agora, ajustar a conta equilibra o estoque e organiza a logística sem sobressaltos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na tabela você confere alguns exemplos de como a IA pode ser aplicada, quais informações entram nessa análise e os possíveis impactos para a operação.</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Onde a IA entra</b></td>
<td><b>Informação analisada</b></td>
<td><b>Impacto esperado</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Desenvolvimento de produtos</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ingredientes, composição e testes sensoriais</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Formulações mais direcionadas</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Manutenção preditiva</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Comportamento dos equipamentos</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Menos paradas inesperadas</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Controle de qualidade</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Imagens e padrões de produção</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Identificação rápida de desvios</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Previsão de demanda</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Vendas, clima, sazonalidade e calendário</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Produção e estoque mais ajustados</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Gestão de perecíveis</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Giro, estoque e validade</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Menor risco de perdas</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Personalização</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Histórico e hábitos de compra</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ofertas mais relevantes</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />
</b><b>No varejo e no food service, estoque e oferta ficam mais precisos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O setor de alimentação fora do lar também começa a incorporar essas soluções. O relatório State of the Restaurant Industry</span><i><span style="font-weight: 400;"> 2025</span></i><span style="font-weight: 400;">, da National Restaurant Association, mostrou que 28% dos operadores planejavam investir na tecnologia para resolver gargalos históricos, como compras de estoque, marketing e fluxo de cozinha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Redes de supermercados, e-commerces e </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/tecnologia-no-food-service-como-automacao-dados-e-digitalizacao-estao-redefinindo-operacoes-e-experiencias/"><span style="font-weight: 400;">restaurantes</span></a><span style="font-weight: 400;"> acumulam uma grande quantidade de informações sobre hábitos do público. A análise disso tudo permite sugerir itens com base em compras passadas, respeitando restrições alimentares ou preferências individuais de forma automatizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos setores de hortifrúti, frios e laticínios, a atenção com a validade fica reforçada. O sistema cruza o ritmo de vendas de cada loja com o tempo de prateleira restante, avisando a gerência quando é hora de aplicar um desconto para girar aquele lote antes que estrague.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de precificação pode reduzir perdas com </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/"><span style="font-weight: 400;">perecíveis</span></a><span style="font-weight: 400;"> e favorecer a saída do produto antes que ele perca valor comercial. Já em <a href="https://anuga-brazil.com.br/foodservice-em-transformacao-o-que-restaurantes-hoteis-e-bares-estao-buscando/">restaurantes</a> e lanchonetes, mapear os horários de pico, os pratos mais pedidos e os ingredientes que sobram ajuda a reestruturar compras e cardápios, aproximando a cozinha da demanda real da clientela.</span></p>
<p><b>Atendimento mais ágil na ponta final</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recepção do consumidor à </span><a href="https://anuga-brazil.com.br/o-futuro-da-industria-de-alimentos/"><span style="font-weight: 400;">automação</span></a><span style="font-weight: 400;"> depende do equilíbrio no uso da tecnologia. Um estudo global da YouGov com a Zendesk no último ano indicou que 54% das pessoas veem os assistentes virtuais como aliados para um atendimento mais ágil; em contrapartida, 84% fazem questão de ter a opção de falar com um atendente humano quando necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É aí que a aplicação de IA na indústria de alimentos e bebidas ganha força com o cliente, superando os antigos menus engessados por meio de assistentes dotados de IA generativa. Eles entendem perguntas em linguagem natural e navegam por dados de produto e entrega para dar respostas diretas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em marcas do setor, isso se traduz em tirar dúvidas sobre alergênicos, indicar receitas com base no que a pessoa tem na despensa ou detalhar a origem de um ingrediente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência melhora quando o histórico desse cliente entra no cálculo. Por exemplo, quem compra itens sem glúten recebe sugestões adequadas ao seu perfil, sem ofertas irrelevantes. As dúvidas corriqueiras ficam com a automação, mas os casos complexos seguem para a equipe humana.</span></p>
<p><b>O resultado depende de onde a IA é aplicada</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caminho para adotar essas ferramentas começa ao identificar a dor principal da operação: quebras de máquina, perdas por validade, erro no cálculo de compras ou filas no atendimento. Com o problema definido, fica claro qual dado precisa ser alimentado no sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade das informações de entrada faz toda a diferença, lembrando que a supervisão humana segue fundamental para garantir segurança alimentar, regulamentações e bom <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-tecnologia-e-dados-estao-mudando-as-decisoes-de-compra-no-food-retail/">relacionamento</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E para quem busca entender como a IA na indústria de alimentos e bebidas se aplica na prática, a <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">Anuga Select Brazil</a> se consolida como o ambiente ideal para ver de perto o que há de mais recente no mercado. O <a href="https://anuga-brazil.com.br/anuga-select-brazil-abre-setima-edicao-com-foco-na-internacionalizacao/">evento</a> reúne indústrias, fornecedores, distribuidores e varejistas interessados em trocar experiências e descobrir novas soluções práticas para o setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participar de encontros desse porte transforma discussões teóricas em parcerias e novos negócios. Para empresas que desenvolvem soluções de tecnologia e automação, a <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a> é a vitrine certa para apresentar novidades a quem decide os investimentos no setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer expor na próxima edição? Apresente sua <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-olho-em-mudanca-de-comportamento-dos-consumidores-marcas-tentam-deixar-produtos-industrializados-mais-naturais/">marca</a> e suas soluções na Anuga Select Brazil 2027, de 6 a 8 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo. </span><a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=anuga_quero_expor_27&amp;utm_content=ia_na_industria_de_alimentos_e_bebidas" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Clique aqui e saiba como participar.</span></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Foodservice em transformação: o que restaurantes, hotéis e bares estão buscando?</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/foodservice-em-transformacao-o-que-restaurantes-hoteis-e-bares-estao-buscando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Food Service & Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[anuga select brazil]]></category>
		<category><![CDATA[b2b]]></category>
		<category><![CDATA[compradores]]></category>
		<category><![CDATA[food service]]></category>
		<category><![CDATA[redução de desperdício]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=68267</guid>

					<description><![CDATA[Resumo rápido: O foodservice busca produtos que combinem qualidade, praticidade, bom rendimento e formatos adequados a diferentes rotinas, sem deixar de lado novidades que valorizem a experiência do consumidor. Tecnologia, controle de custos, redução de desperdícios e equipes mais enxutas também influenciam as decisões de compra. Na Anuga Select Brazil, marcas de alimentos e bebidas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><b>Resumo rápido: </b></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;">O foodservice busca produtos que combinem qualidade, praticidade, bom rendimento e formatos adequados a diferentes rotinas, sem deixar de lado novidades que valorizem a experiência do consumidor. Tecnologia, controle de custos, redução de desperdícios e equipes mais enxutas também influenciam as decisões de compra. Na Anuga Select Brazil, marcas de alimentos e bebidas encontram compradores de diferentes canais e podem apresentar soluções alinhadas a essas novas demandas.</span></span></p>
<h2 data-path-to-node="0">Índice</h2>
<ol start="1" data-path-to-node="1">
<li>
<p data-path-to-node="1,0,0">Um mercado maior e com novas exigências</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,1,0">Tecnologia muda a rotina dentro e fora da cozinha</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,2,0">Novos sabores encontram espaço nos cardápios</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,3,0">Novos canais mudam as necessidades de compra</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,4,0">Desperdício e mão de obra também influenciam as escolhas</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,5,0">Conhecer a operação faz diferença na hora de vender</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,6,0">Quando produto e comprador entram na mesma conversa</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,7,0">Perguntas frequentes</p>
</li>
</ol>
<h2 data-path-to-node="3">1. Um mercado maior e com novas exigências</h2>
<p data-path-to-node="4">O foodservice brasileiro chega a 2026 em um momento de crescimento, mas também de maior pressão por eficiência. O setor de bares e restaurantes deve encerrar o ano com faturamento de R$ 540 bilhões, uma alta de aproximadamente 9% em relação aos R$ 495 bilhões registrados em 2025, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).</p>
<p data-path-to-node="5">O avanço mostra o tamanho das oportunidades na alimentação fora do lar, mas faturar mais é apenas uma parte da equação. Custos, produtividade, mão de obra, desperdícios e mudanças no comportamento do consumidor continuam interferindo nas decisões tomadas diariamente pelos negócios do setor.</p>
<p data-path-to-node="6">Do outro lado do balcão, as expectativas também mudaram. Uma pesquisa nacional realizada em 2026 mostrou que a tecnologia já acompanha diferentes momentos da jornada de consumo, enquanto aspectos essencialmente humanos continuam importantes. Qualidade da comida, prazer e conforto aparecem entre os fatores valorizados na escolha de um restaurante, e celebrações, descanso, encontros familiares e socialização seguem entre os principais motivos para comer fora de casa.</p>
<p data-path-to-node="7">Ferramentas digitais agilizam processos e facilitam etapas do consumo, mas qualidade, conforto e interação continuam influenciando a experiência do cliente.</p>
<p data-path-to-node="8">Esse cenário exige mais eficiência, controle de custos e atenção às novas demandas do público. As mudanças afetam a rotina dos estabelecimentos e chegam também à escolha de produtos e fornecedores de alimentos e bebidas.</p>
<h2 data-path-to-node="9">2. Tecnologia muda a rotina dentro e fora da cozinha</h2>
<p data-path-to-node="10">Antes de chegar ao cardápio digital ou ao aplicativo de delivery, boa parte da transformação tecnológica do foodservice acontece longe dos olhos do consumidor.</p>
<p data-path-to-node="11">Estoque, compras, custos, produção, desperdício e resultados financeiros podem hoje ser acompanhados de maneira cada vez mais integrada. Com mais informações disponíveis, gestores conseguem identificar desvios, antecipar necessidades e tomar decisões com maior rapidez.</p>
<p data-path-to-node="12">Essa busca por controle ganha importância em um mercado que cresce, mas continua pressionado por custos e margens. Levantamento divulgado em 2026 pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) aponta um movimento de profissionalização do foodservice brasileiro, acompanhado pelo avanço das tecnologias de gestão e pelo uso mais estratégico de dados.</p>
<p data-path-to-node="13">No atendimento, a digitalização aparece de outra forma. QR Codes, aplicativos, totens de autoatendimento, sistemas de pedidos e pagamentos digitais podem encurtar etapas e dar mais autonomia ao cliente. A interação humana continua presente em momentos que exigem orientação, personalização ou contato direto com a equipe.</p>
<p data-path-to-node="14">A Inteligência Artificial amplia essas possibilidades. Análise de dados, previsão de demanda, identificação de padrões de consumo e personalização de ofertas são algumas das aplicações que podem apoiar decisões no dia a dia.</p>
<p data-path-to-node="15">Na cozinha, um controle mais preciso do estoque e da produção reduz perdas e organiza melhor o uso dos ingredientes. A automação de determinadas tarefas libera a equipe para outras etapas do trabalho.</p>
<p data-path-to-node="16">Esse movimento também muda a forma de olhar para os produtos. Soluções que simplificam processos, trazem previsibilidade ou melhoram o aproveitamento podem oferecer algo além do próprio ingrediente.</p>
<h2 data-path-to-node="17">3. Novos sabores encontram espaço nos cardápios</h2>
<p data-path-to-node="18">A experiência oferecida também passa pelo que chega à mesa. Sabor, apresentação, procedência dos ingredientes e formas de aplicação compõem o cardápio e diferenciam a proposta de cada estabelecimento.</p>
<p data-path-to-node="19">A regionalidade também aparece nessa busca. Uma pesquisa da Mintel mostrou que 26% estariam dispostos a pagar mais por pratos preparados com ingredientes locais ou regionais. Outros 23% apontaram itens produzidos localmente como motivo para investir um valor maior na refeição.</p>
<p data-path-to-node="20">Esse interesse favorece produtos artesanais, ingredientes brasileiros e alimentos associados a diferentes territórios. Eles podem aparecer em receitas autorais, propostas que exploram a brasilidade ou simplesmente trazer algo diferente para negócios que desejam renovar o cardápio.</p>
<p data-path-to-node="21">Informações sobre procedência, formas de produção e usos possíveis também valorizam a apresentação comercial. Mostrar onde um ingrediente se encaixa no cardápio e quais são seus diferenciais torna a conversa com compradores mais prática e próxima das necessidades do negócio.</p>
<h2 data-path-to-node="22">4. Novos canais mudam as necessidades de compra</h2>
<p data-path-to-node="23">O foodservice brasileiro recebeu 5,6 bilhões de visitas somente no primeiro trimestre de 2025, segundo dados da Circana divulgados pela ABIA. O levantamento considera refeições feitas no estabelecimento, retirada e delivery, em um mercado que movimentou R$ 61,3 bilhões no período.</p>
<p data-path-to-node="24">O consumo hoje acontece de várias formas. Um restaurante pode servir o salão, preparar pedidos para delivery e retirada e ainda atender eventos. Na hotelaria, café da manhã, restaurante, bar e room service também fazem parte de uma mesma operação.</p>
<p data-path-to-node="25">Cada situação pode exigir algo específico do produto. Um molho servido no salão, por exemplo, pode precisar de outro tamanho de embalagem ou porcionamento para atender um grande volume de delivery. Uma equipe menor pode buscar itens pré-processados para reduzir etapas de preparo. Já uma rede com várias unidades precisa de regularidade para entregar o mesmo resultado em todos os endereços.</p>
<p data-path-to-node="26">Porções, embalagens, prazo de conservação, rendimento, facilidade de preparo e padronização fazem parte dessa escolha. Produtos prontos ou semiprontos também chamam a atenção quando simplificam o trabalho sem comprometer o resultado final.</p>
<p data-path-to-node="27">Vale considerar onde aquele produto será utilizado. Salão, delivery, hotelaria e eventos podem pedir formatos, volumes e características próprias, inclusive dentro de um mesmo negócio.</p>
<h2 data-path-to-node="28">5. Desperdício e mão de obra também influenciam as escolhas</h2>
<p data-path-to-node="29">Alimentos descartados, compras acima da necessidade, armazenamento inadequado e erros no preparo aumentam os custos. Porções adequadas à demanda, boa conservação e informações claras sobre armazenamento e validade podem reduzir essas perdas e facilitar o controle do que entra e sai da cozinha.</p>
<p data-path-to-node="30">Origem, rastreabilidade, embalagem e forma de produção também aparecem nessa avaliação, especialmente quando essas informações fazem parte da proposta do estabelecimento e chegam até o consumidor.</p>
<p data-path-to-node="31">A mão de obra acrescenta outra preocupação à rotina. Contratar e manter profissionais ainda é uma dificuldade para o setor, e equipes menores precisam atender diferentes demandas sem perder agilidade ou regularidade no preparo.</p>
<p data-path-to-node="32">Pense em uma cozinha que prepara dezenas de porções do mesmo prato durante o almoço. Um ingrediente que já chega limpo, cortado ou na quantidade adequada elimina parte do trabalho, reduz diferenças entre as porções e ainda pode evitar sobras. Em maior escala, alguns minutos economizados em cada preparo fazem diferença na rotina da equipe.</p>
<p data-path-to-node="33">Essa praticidade pode aparecer em ingredientes porcionados, pré-processados, de fácil aplicação ou desenvolvidos para manter características semelhantes a cada preparo. Na hora da compra, rendimento e preço continuam importantes, mas o tempo necessário na cozinha e o aproveitamento do produto também fazem diferença na decisão.</p>
<h3 data-path-to-node="34">O que pode fazer diferença na escolha de um fornecedor de foodservice?</h3>
<table data-path-to-node="35">
<thead>
<tr>
<td><strong>Necessidade da operação</strong></td>
<td><strong>O que pode fazer diferença na escolha do fornecedor</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,1,0,0"><b data-path-to-node="35,1,0,0" data-index-in-node="0">Reduzir desperdícios</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,1,1,0">Porções adequadas, maior aproveitamento e informações claras de conservação</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,2,0,0"><b data-path-to-node="35,2,0,0" data-index-in-node="0">Ganhar agilidade</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,2,1,0">Produtos prontos para uso, pré-processados ou que reduzam etapas de preparo</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,3,0,0"><b data-path-to-node="35,3,0,0" data-index-in-node="0">Manter padrão</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,3,1,0">Regularidade entre lotes, especificações técnicas e controle de qualidade</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,4,0,0"><b data-path-to-node="35,4,0,0" data-index-in-node="0">Controlar custos</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,4,1,0">Previsibilidade de preços, formatos adequados e condições comerciais</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,5,0,0"><b data-path-to-node="35,5,0,0" data-index-in-node="0">Criar novos pratos</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,5,1,0">Ingredientes diferenciados, produtos sazonais e soluções que permitam inovação</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,6,0,0"><b data-path-to-node="35,6,0,0" data-index-in-node="0">Atender diferentes perfis</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,6,1,0">Variedade de formatos, tamanhos e características</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,7,0,0"><b data-path-to-node="35,7,0,0" data-index-in-node="0">Comunicar origem</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,7,1,0">Rastreabilidade, certificações e informações sobre produção</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="35,8,0,0"><b data-path-to-node="35,8,0,0" data-index-in-node="0">Garantir abastecimento</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="35,8,1,0">Capacidade de entrega, regularidade e estrutura de distribuição</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 data-path-to-node="36">6. Conhecer a operação faz diferença na hora de vender</h2>
<p data-path-to-node="37">Entender como o produto será usado é um bom começo. Onde ele será armazenado? Quanto tempo leva para ser preparado? Precisa de equipamentos específicos? Qual rendimento entrega? Funciona da mesma forma em períodos de maior movimento?</p>
<p data-path-to-node="38">Essas respostas transformam características técnicas em argumentos mais próximos da rotina do comprador.</p>
<p data-path-to-node="39">Nem sempre a demanda exige um produto completamente novo. Uma embalagem diferente, outro tamanho de porção, maior prazo de conservação ou uma preparação mais simples podem tornar um item já existente mais adequado ao canal.</p>
<p data-path-to-node="40">O preço continua fazendo parte da decisão, mas não precisa ser analisado isoladamente. Rendimento, padronização, facilidade de preparo, redução de perdas e regularidade no abastecimento interferem no custo real de uma operação.</p>
<p data-path-to-node="41">Manter contato próximo com os compradores facilita a identificação de novas demandas. Às vezes, uma mudança no mercado aparece primeiro como uma dificuldade relatada por um cliente e só depois se transforma em uma necessidade mais ampla do setor.</p>
<h2 data-path-to-node="42">7. Quando produto e comprador entram na mesma conversa</h2>
<p data-path-to-node="43">Conhecer o mercado também envolve estar onde as decisões de compra acontecem. Feiras B2B colocam novos produtos diante de profissionais que procuram fornecedores, acompanham lançamentos e avaliam soluções para seus negócios. O contato direto ainda permite ouvir demandas que dificilmente aparecem em uma apresentação comercial feita à distância.</p>
<p data-path-to-node="44">A Anuga Select Brazil cria esse ambiente para o mercado de alimentos e bebidas. Indústria, varejo, distribuição, atacado, foodservice, hotelaria e supermercados participam da feira, abrindo diferentes caminhos para uma marca apresentar seu portfólio e conversar com potenciais parceiros.</p>
<p data-path-to-node="45">Os números da última edição mostram a dimensão desses encontros. Em 2026, mais de 14 mil visitantes passaram pelo evento, que contou com mais de 550 marcas expositoras. Na Mega Rodada de Negócios, mais de 300 empresas participaram de aproximadamente 3 mil reuniões com cerca de 120 grandes compradores nacionais e internacionais, movimentando R$ 150 milhões.</p>
<p data-path-to-node="46">O matchmaking direciona encontros de acordo com os interesses comerciais dos participantes. Assim, empresas podem apresentar seus produtos a compradores que já estão em busca de novidades para o mercado.</p>
<p data-path-to-node="47">De 6 a 8 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo, uma nova edição volta a aproximar marcas e compradores.</p>
<p data-path-to-node="48">E se o próximo produto a entrar no radar desses compradores for o seu? Clique aqui para expor na Anuga Select Brazil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Além do preço: o que realmente influencia a decisão de compra de alimentos?</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/alem-do-preco-o-que-realmente-influencia-a-decisao-de-compra-de-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 19:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências e Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=68140</guid>

					<description><![CDATA[Resumo do artigo: A compra de alimentos não depende só do preço: envolve sabor, qualidade, ingredientes, praticidade e a experiência na hora de ir ao mercado. No varejo alimentar, são esses detalhes que mudam a forma como o cliente enxerga o real valor de um produto e decide o que vai para casa ou fica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo do artigo:</strong> A compra de alimentos não depende só do preço: envolve sabor, qualidade, ingredientes, praticidade e a experiência na hora de ir ao mercado. No varejo alimentar, são esses detalhes que mudam a forma como o cliente enxerga o real valor de um produto e decide o que vai para casa ou fica esquecido na prateleira. Descobrir o que pesa nessa balança é o grande desafio de indústrias e supermercados, e esse é o foco central da Anuga Select Brazil, o ponto de encontro perfeito para quem quer ficar por dentro das novas tendências de consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Índice </strong></p>
<ol>
<li>Como o consumidor decide a compra de alimentos?</li>
<li>Preço pesa, mas o consumidor busca custo-benefício</li>
<li>O que há dentro da embalagem também decide a compra</li>
<li>Praticidade muda o produto e a experiência de compra</li>
<li>Não subestime a gôndola: a decisão pode mudar na última hora</li>
<li>Afinal, o que faz um produto sair da prateleira e entrar no carrinho?</li>
<li>As melhores respostas surgem quando o mercado se reúne</li>
<li>Perguntas frequentes</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como o consumidor decide a compra de alimentos?</strong></p>
<p>Escolher o que vai para o carrinho envolve uma sequência rápida de comparações. O preço chama atenção, mas divide a decisão com o sabor, a <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">qualidade</a> percebida, a composição do produto e até a facilidade de encaixá-lo na rotina. É esse conjunto de critérios que define boa parte da compra de alimentos.</p>
<p>Na pesquisa “Do prato ao copo”, da MindMiners, essa relação aparece com o sabor à frente do preço na escolha de alimentos e bebidas no Brasil: 68% dos entrevistados consideram esse atributo, enquanto 64% levam em conta o preço.</p>
<p>Essa diferença apertada mostra que a decisão depende bem menos da etiqueta do que pode parecer. Composição, conveniência e experiência no ponto de venda entram nessa conta e chegam ao sortimento, ao posicionamento, à comunicação e à apresentação dos produtos no <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-novo-mapa-das-prateleiras-dos-supermercados-como-acompanhar-as-tendencias-de-consumo-no-varejo-alimentar-para-ganhar-competitividade/">varejo alimentar</a>.</p>
<p>Claro que isso não tira o peso do bolso. Com o orçamento apertado, o consumidor pesquisa com muito mais rigor o custo-benefício de cada escolha e revê até onde vale economizar ou pagar um pouco mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preço pesa, mas o consumidor busca custo-benefício</strong></p>
<p>Quando os preços sobem, o consumidor olha com mais cuidado para cada item que coloca no carrinho. Ainda segundo a MindMiners, 61% das pessoas já deixaram de levar algum alimento ou bebida porque acharam caro demais. A carne vermelha foi a campeã dos cortes (citada por 45%), seguida por queijos e laticínios (15%), azeite (14%) e bebidas alcoólicas (12%).</p>
<p>Mesmo nesse cenário, pagar barato não resolve tudo. Uma pesquisa da consultoria Skim na América Latina mostrou que benefícios, qualidade e experiências anteriores importam para 73% das pessoas, enquanto tamanho do pacote, promoções e descontos somam 63%.</p>
<p>Na gôndola, essa conta envolve notar o tamanho da embalagem, a quantidade que vem dentro, se a marca é confiável ou se tem um desconto que valha a pena. O consumidor compara o valor cobrado com o que espera receber e decide onde dá para economizar sem abrir mão do que acha essencial.</p>
<p>Essa dinâmica muda a briga pelos preços. Ter embalagens de vários tamanhos, opções pra diferentes bolsos e promoções inteligentes ajuda a oferecer alternativas em períodos de maior controle dos gastos, sem fazer do desconto o seu único atrativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que há dentro da embalagem também decide a compra</strong></p>
<p>No mesmo estudo, 43% dos brasileiros disseram que evitam certas comidas ou bebidas por causa da saúde. O dado coloca ingredientes, composição nutricional, quantidade, porção e características sensoriais entre os aspectos observados antes de um produto ganhar espaço no carrinho.</p>
<p>Boa parte dessa avaliação começa pela embalagem. É nela que o consumidor encontra informações sobre composição, conservação, modo de preparo e quantidade, ao mesmo tempo que formato, tamanho e apresentação constroem a primeira impressão do produto no corredor do mercado.</p>
<p>A embalagem precisa deixar claro o valor do produto. Um ingrediente especial, um diferencial de nutrição ou um processo de fabricação bacana perdem o apelo se derem trabalho para entender. Quanto mais direto for o recado sobre o que o produto entrega, mais fácil fica ver que ele vale a pena frente aos concorrentes.</p>
<p>O formato e a usabilidade fecham o pacote. Tamanhos certos para cada ocasião, facilidade para abrir e guardar, porções individuais ou pacotes para família tornam o produto muito mais prático para o dia a dia.</p>
<p><strong>O que está pesando nas escolhas de consumo?</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="257"><strong>Comportamento observado</strong></td>
<td><strong>Resultado</strong></td>
<td><strong>Leitura para o mercado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="257"><strong>Consideram o sabor na escolha</strong></td>
<td><strong>68%</strong></td>
<td>Experiência sensorial tem peso na percepção de qualidade</td>
</tr>
<tr>
<td width="257"><strong>Consideram o preço</strong></td>
<td><strong>64%</strong></td>
<td>Custo-benefício permanece entre os principais critérios</td>
</tr>
<tr>
<td width="257"><strong>Evitam alimentos ou bebidas pelo preço elevado</strong></td>
<td><strong>61%</strong></td>
<td>Sortimento, formatos e faixas de preço precisam acompanhar o orçamento</td>
</tr>
<tr>
<td width="257"><strong>Evitam determinados alimentos ou bebidas por questões de saúde</strong></td>
<td><strong>43%</strong></td>
<td>Composição e informações sobre o produto ganham relevância</td>
</tr>
<tr>
<td width="257"><strong>Redefinem a escolha diante de uma promoção no PDV*</strong></td>
<td><strong>57%</strong></td>
<td>A execução na loja pode mudar uma decisão de compra</td>
</tr>
<tr>
<td width="257"><strong>Estão abertos a itens não planejados diante de ofertas atrativas</strong></td>
<td><strong>69%</strong></td>
<td>O ponto de venda também favorece descoberta e experimentação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: MindMiners e Skim</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Praticidade muda o produto e a experiência de compra</strong></p>
<p>Falando em praticidade, ela não termina no produto. Encontrar o que se procura com facilidade, ter boas opções à mão e comprar pelo canal mais fácil fazem parte da decisão.</p>
<p>O Ranking de Preferência do Consumidor 2026, da dunnhumby, revela que preço, promoções e programas de pontos respondem por 35% da escolha por um supermercado no Brasil, enquanto a variedade de produtos soma 28%. A experiência digital vem com 15%, o atendimento/operação com 14% e o ambiente da loja física com 7%.</p>
<p>A jornada começa bem antes de pegar o produto e pode ir parar na tela do celular. Prateleiras cheias e organizadas continuam sendo vitais na loja física, enquanto os aplicativos facilitam comparar preços, refazer compras e pegar cupons. No caso dos alimentos, formatos prontos para consumo, porções individuais e preparos fáceis salvam quem vive na correria.</p>
<p>A ocasião de consumo também devia organizar as prateleiras. Uma refeição rápida, um lanche, uma ocasião para compartilhar ou uma compra para vários dias pedem soluções próprias, e colocar itens complementares próximos pode tornar essa escolha mais simples.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não subestime a gôndola: a decisão pode mudar na última hora</strong></p>
<p>Mesmo quem vai ao mercado focado com lista de compras pode chegar no caixa com coisas que nem imaginava levar. Uma promoção relâmpago, um lançamento bem localizado ou um produto chamativo pelo caminho têm força de sobra para mudar o rumo do carrinho.</p>
<p>O estudo da Skim dá uma boa medida desse poder: 57% dos consumidores latino-americanos redefinem sua escolha no <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-modernizar-o-pdv-e-aumentar-o-faturamento-no-varejo-alimentar/">ponto de venda</a> ao encontrar uma promoção, enquanto 69% estão abertos a comprar algo que não haviam planejado diante de uma oferta atrativa.</p>
<p>A prateleira merece tanto carinho quanto o produto em si. Organização, destaque visual e boa comunicação colocam as novidades no campo de visão, facilitam a comparação e juntam categorias que fazem sentido. Nas promoções, vale tomar cuidado com exageros, já que o próprio levantamento alerta que ações agressivas e frequentes podem desgastar a percepção de valor da marca ao longo do tempo.</p>
<p>E para ajudar, existe uma ferramenta especialmente interessante quando o assunto é alimento: a degustação. Se o sabor lidera os critérios de escolha na pesquisa da MindMiners, com 68%, oferecer uma prova gratuita permite que o produto apresente seu principal argumento antes mesmo de chegar ao carrinho.</p>
<p>A decisão continua sendo construída diante da gôndola. A exposição do produto, os estímulos ao redor e a oportunidade de experimentá-lo podem ser decisivos para uma nova escolha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Afinal, o que faz um produto sair da prateleira e entrar no carrinho?</strong></p>
<p>Não tem uma receita mágica que explique isso. O preço impõe o limite do bolso, enquanto sabor, qualidade, ingredientes, conveniência, confiança na marca e a experiência no mercado completam a equação.</p>
<p>Talvez a pergunta mais útil para o mercado não seja apenas “quanto custa?”, mas “o consumidor consegue perceber por que esse produto vale o que custa?”</p>
<p>Essa percepção de valor é construída em vários detalhes, seja na embalagem que deixa os benefícios fáceis de identificar, no sortimento que contempla ocasiões e orçamentos variados ou na degustação que apresenta um produto novo pelo sabor. Promoções bem planejadas completam esse trabalho ao incentivar a experimentação sem desgastar o valor percebido da marca.</p>
<p>Preço e valor precisam fazer sentido na mesma oferta. Quando embalagem, sortimento, degustação e promoção reforçam essa percepção, o produto encontra melhores condições para competir pela preferência do consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As melhores respostas surgem quando o mercado se reúne</strong></p>
<p>Saber o que pode conquistar o consumidor envolve acompanhar o que está chegando às prateleiras, provar novos produtos, conhecer soluções e trocar experiências com quem enfrenta decisões semelhantes no dia a dia. Colocar indústria, varejo, distribuidores e compradores na mesma conversa é uma forma prática de avançar nessas respostas.</p>
<p><strong>Na Anuga Select Brazil, essa troca acontece ao vivo.</strong> Na feira, produtos são lançados e provados, novidades encontram compradores e fornecedores conversam direto com quem decide o que vai para prateleira.</p>
<p>E esse olho no olho dá muito resultado. Em 2026, a Mega Rodada de Negócios da Anuga Select Brazil movimentou cerca de R$ 150 milhões, com mais de 300 empresas, aproximadamente 3 mil reuniões e 120 grandes compradores nacionais e internacionais. A edição recebeu mais de 14 mil visitantes e contou com mais de 550 marcas expositoras.</p>
<p>De 6 a 8 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo, a Anuga Select Brazil abre uma nova oportunidade para colocar produtos, <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">compradores</a> e fornecedores ao seu lado.</p>
<p>Que tal colocar seu produto entre os próximos campeões do mercado? Venha expor na Anuga Select Brazil e apresente-o diretamente a quem participa dessas decisões. <a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_id=quero_expor_anuga_27&amp;utm_content=o_que_influencia_na+decis%C3%A3o_de_compra_de_alimentos" target="_blank" rel="noopener">Saiba mais e fale com nosso time!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pequenos produtores, grandes negócios com produtos artesanais e regionais</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/pequenos-produtores-grandes-negocios-com-produtos-artesanais-e-regionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 19:26:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos e Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de Mercado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=68127</guid>

					<description><![CDATA[Resumo rápido: Produtos artesanais e regionais estão em alta porque as pessoas buscam alimentos com identidade, história e um toque longe da padronização. É um cenário em que todo mundo ganha, seja com pequenos produtores encontrando novos canais de venda, seja com supermercados renovando as prateleiras com sabores locais, e com a Anuga Select Brazil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo rápido:</strong> Produtos artesanais e regionais estão em alta porque as pessoas buscam alimentos com identidade, história e um toque longe da padronização. É um cenário em que todo mundo ganha, seja com pequenos produtores encontrando novos canais de venda, seja com supermercados renovando as <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-novo-mapa-das-prateleiras-dos-supermercados-como-acompanhar-as-tendencias-de-consumo-no-varejo-alimentar-para-ganhar-competitividade/">prateleiras</a> com sabores locais, e com a Anuga Select Brazil oferecendo o espaço perfeito para essa conexão acontecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Índice</strong></p>
<ol>
<li>Produtos artesanais e regionais começam a circular mais</li>
<li>O regional pode encontrar espaço longe de onde nasceu</li>
<li>Biscoitos revelam a força dos pequenos negócios no setor</li>
<li>Pequenas empresas já movimentam grandes categorias de alimentos</li>
<li>Como fazer um produto artesanal chamar atenção na prateleira?</li>
<li>Crescer exige preservar aquilo que diferencia o produto</li>
<li>Encontrar quem compra ainda é uma etapa decisiva</li>
<li>Produtos de diferentes regiões na mesma mesa de negócios</li>
<li>Perguntas frequentes</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Produtos artesanais e regionais começam a circular mais</strong></li>
</ol>
<p>Queijos produzidos em pequena escala, biscoitos preparados a partir de receitas locais, cafés especiais, geleias, doces, mel e conservas fazem parte de uma oferta que durante muito tempo circulou principalmente perto de onde era produzida. Hoje, muitos desses produtos artesanais e regionais começam a encontrar caminhos para chegar a novos públicos.</p>
<p>Origem e modo de produção também pesam nas escolhas de consumo. Segundo pesquisa da Mintel citada pelo Sebrae RS em 2025, 67% dos consumidores brasileiros preferem produtos com origem conhecida, enquanto 54% valorizam alimentos artesanais e feitos com ingredientes naturais.</p>
<p>Esse interesse também coloca novos produtos no radar de supermercados, empórios e distribuidores. Projetos, plataformas especializadas e <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">feiras de negócios</a> aproximam produtores de profissionais que buscam novidades para comercializar.</p>
<ol start="2">
<li><strong> O regional pode encontrar espaço longe de onde nasceu</strong></li>
</ol>
<p>A ligação com determinado território costuma aparecer como uma das principais características dos produtos regionais. O ingrediente utilizado, uma técnica preservada por gerações ou uma receita conhecida em determinada cidade ou estado formam uma identidade que dificilmente seria reproduzida da mesma maneira em uma produção completamente padronizada.</p>
<p>Um estudo de 2025 publicado nos <em>Cadernos de Ciência &amp; Tecnologia</em>, da Embrapa, analisou como consumidores e produtores de queijos no Sul do Brasil percebem os alimentos artesanais. Nos grupos pesquisados, os alimentos artesanais foram associados à produção em pequena escala, ao trabalho artesanal e ao frescor, enquanto as memórias afetivas também apareceram entre as características relacionadas aos queijos. Os consumidores participantes ainda demonstraram intenção de pagar um <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">preço superior</a> por produtos que apresentassem selos artesanais, principalmente pela percepção de garantia de qualidade.</p>
<p>A origem abre portas para a marca pequena no mercado, mas precisa vir acompanhada de atributos que o consumidor reconheça. Embalagem, informações sobre <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-a-procedencia-se-tornou-o-grande-diferencial-no-mercado-de-bebidas-e-alimentos/">procedência</a>, ingredientes, apresentação e qualidade transformam características da produção em argumentos mais claros na hora da compra.</p>
<p>Essa combinação também interessa a quem seleciona o que chega às lojas. Em um corredor ocupado por marcas já conhecidas, incluir alimentos com sabores, receitas e procedências diferentes permite ampliar as opções oferecidas e testar categorias que conversam com hábitos específicos de consumo.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Biscoitos revelam a força dos pequenos negócios no setor</strong></li>
</ol>
<p>Poucos alimentos são tão familiares quanto um biscoito, mas basta olhar para as produções encontradas em diferentes regiões brasileiras para perceber a variedade que cabe dentro dessa categoria. Receitas de família, ingredientes locais, formatos próprios e modos de preparo tradicionais convivem com empresas que começam pequenas e procuram levar seus produtos a novos pontos de venda.</p>
<p>Dados do Observatório do Sebrae mostram que, entre as empresas registradas no segmento até 2026, 55,1% são microempresas e 36,8% correspondem a microempresários. Outros 2,61% estão enquadrados como empresas de pequeno porte, enquanto 5,49% pertencem às demais classificações. Somadas, as duas primeiras categorias representam mais de nove em cada dez registros.</p>
<p>Ter um produto bem aceito na própria região não significa chegar automaticamente ao varejo. Uma pequena fábrica pode encontrar fôlego para crescer, mas ainda precisa colocar seus biscoitos diante dos compradores de supermercados, empórios e distribuidores.</p>
<p>À medida que os pedidos aumentam, embalagem, validade, logística e capacidade de entrega ganham peso. O desafio está em levar a identidade e os diferenciais do produto a novas <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-novo-mapa-das-prateleiras-dos-supermercados-como-acompanhar-as-tendencias-de-consumo-no-varejo-alimentar-para-ganhar-competitividade/">prateleiras</a>, mantendo a consistência que uma operação comercial maior exige.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Pequenas empresas já movimentam grandes categorias de alimentos</strong></li>
</ol>
<p>O porte da empresa não determina sozinho o alcance que uma categoria pode conquistar. Um dos maiores exemplos disso é o setor brasileiro de sorvetes, onde aproximadamente 11 mil empresas movimentam mais de R$ 15 bilhões por ano, segundo a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS). Cerca de 92% desses negócios são micro e pequenas empresas.</p>
<p>O setor de sorvetes também já esteve presente na Anuga Select Brazil por meio de um pavilhão dedicado à indústria e aos fornecedores desse mercado. A proposta reuniu diferentes participantes da cadeia, de empresas de máquinas e equipamentos a fornecedores de ingredientes e produtos finais.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Como fazer um produto artesanal chamar atenção na prateleira?</strong></li>
</ol>
<p>Quando uma pequena marca começa a conversar com supermercados, distribuidores e outros canais de venda, a qualidade do alimento continua sendo central, mas passa a dividir espaço com questões comerciais e operacionais.</p>
<p>Uma embalagem que explica de onde vem o produto, por exemplo, permite ao consumidor compreender melhor sua proposta. Já informações objetivas sobre ingredientes, conservação, e diferenciais facilitam a avaliação de quem está escolhendo novos fornecedores. Preço, margem, capacidade de entrega e regularidade de abastecimento entram nesse planejamento, porque influenciam diretamente a viabilidade de manter o item disponível.</p>
<p>A própria apresentação comercial merece atenção. Levar amostras bem preparadas, conhecer os números da produção, explicar quais canais a marca já atende e apresentar condições de fornecimento torna a conversa com um comprador mais concreta. Se houver possibilidade de aumentar os pedidos, também é importante saber até onde a produção consegue crescer sem comprometer características que fizeram aquele alimento despertar interesse inicialmente.</p>
<p>Colocar o produto para ser provado pode encurtar ainda mais essa distância. Na última edição da Anuga Select Brazil, as experiências e degustações entraram na programação e aproximaram os compradores de diferentes alimentos. Sorvetes, confeitaria artesanal, brownies, barrinhas e biscoitos foram algumas das opções apresentadas, um ótimo exemplo de como categorias bem variadas podem usar a degustação para despertar o interesse e dar visibilidade aos seus diferenciais.</p>
<p>Uma dinâmica parecida pode ser explorada dentro do supermercado. A degustação coloca uma marca ainda pouco conhecida em contato direto com o consumidor e permite apresentar sabores, texturas e ingredientes que nem sempre ficam evidentes apenas pela embalagem. Quando acompanhada de informações sobre a origem e as características do alimento, a ação também explica por que aquele produto é diferente dos demais disponíveis na prateleira e pode estimular a primeira compra.</p>
<p><strong>Seu produto está pronto para chegar a novas prateleiras?</strong></p>
<p>Antes de apresentar uma marca a um novo comprador, algumas respostas tornam a negociação mais objetiva:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="113"><strong>O que avaliar</strong></td>
<td width="453"><strong>O que você precisa saber</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="113"><strong>Produção</strong></td>
<td width="453">Quanto a empresa consegue produzir atualmente e até onde esse volume pode crescer?</td>
</tr>
<tr>
<td width="113"><strong>Validade</strong></td>
<td width="453">O prazo permite transporte, armazenamento e exposição adequados?</td>
</tr>
<tr>
<td width="113"><strong>Entrega</strong></td>
<td width="453">Quais cidades ou regiões podem ser atendidas e com qual frequência?</td>
</tr>
<tr>
<td width="113"><strong>Preço</strong></td>
<td width="453">O valor praticado comporta os custos da operação e a margem necessária ao canal de venda?</td>
</tr>
<tr>
<td width="113"><strong>Regularidade</strong></td>
<td width="453">A empresa consegue manter receita, qualidade e fornecimento mesmo diante de pedidos maiores?</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ter essas informações organizadas permite que o comprador avalie o produto como uma possibilidade comercial, além de conhecer sua receita e sua história.</p>
<ol start="6">
<li><strong> Crescer exige preservar aquilo que diferencia o produto</strong></li>
</ol>
<p>A entrada em novos pontos de venda pode aumentar rapidamente a demanda de uma pequena empresa. Quando isso acontece, repetir o mesmo padrão em lotes maiores passa a fazer parte do desafio.</p>
<p>Uma receita que funcionava bem em poucas unidades precisa manter sabor, textura, peso e qualidade quando o volume aumenta. O fornecimento dos ingredientes também precisa acompanhar esse ritmo, assim como armazenamento, controle sanitário, embalagem e logística.</p>
<p>Algumas categorias contam ainda com instrumentos específicos de identificação e regularização. O Ministério da Agricultura e Pecuária mantém o Cadastro Nacional de Produtos Artesanais, que reúne registros relacionados ao Selo ARTE e ao Selo Queijo Artesanal. Recentemente, a base recebeu uma nova atualização com informações por unidade federativa, região e tipo de produto.</p>
<p>Esses mecanismos ganham importância quando características artesanais e origem fazem parte da proposta apresentada ao consumidor. À medida que a distribuição cresce, demonstrar procedência e manter controles adequados contribui para sustentar a confiança construída em torno da marca.</p>
<ol start="7">
<li><strong> Encontrar quem compra ainda é uma etapa decisiva</strong></li>
</ol>
<p>Uma pequena empresa pode ter uma receita bem desenvolvida, produção organizada e uma identidade clara e, ainda assim, encontrar dificuldade para chegar às pessoas responsáveis pelas compras de supermercados, distribuidores, empórios, hotéis, restaurantes e outros canais.</p>
<p>Do outro lado, compradores precisam descobrir fornecedores, experimentar produtos, entender condições comerciais e avaliar a capacidade de abastecimento. Feiras de negócios encurtam esse caminho ao colocar as duas pontas frente a frente. Na Anuga Select Brazil, estandes e encontros comerciais permitem apresentar produtos, discutir condições de fornecimento e entender o que diferentes canais procuram.</p>
<ol start="8">
<li><strong> Produtos de diferentes regiões na mesma mesa de negócios</strong></li>
</ol>
<p>De 6 a 8 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo, a Anuga Select Brazil reunirá novamente empresas e profissionais da cadeia de alimentos e bebidas. Depois de uma edição que mobilizou centenas de marcas e gerou milhares de <a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">reuniões comerciais</a>, o próximo encontro coloca pequenos produtores diante de profissionais que estão procurando novidades para seus negócios.</p>
<p>Sua marca está pronta para levar os sabores da sua região a novos compradores? Participe da Anuga Select Brazil 2027 e apresente seus produtos a profissionais de diferentes canais do mercado de alimentos e bebidas. <a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=anuga_quero_expor_27&amp;utm_content=produtos_artesanais_regionais" target="_blank" rel="noopener"><strong>Saiba como expor.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exportação de alimentos: quais mercados estão de olho nos produtos brasileiros?</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/exportacao-de-alimentos-quais-mercados-estao-de-olho-nos-produtos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior & Internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos e Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Compradores Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=68003</guid>

					<description><![CDATA[A exportação de alimentos brasileiros alcançou cerca de 190 países e movimentou US$ 66,7 bilhões em produtos industrializados em 2025. China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia e Japão estão entre os principais compradores, enquanto países árabes e latino-americanos também abrem diferentes frentes comerciais. Entrar nesses mercados exige entender demanda, requisitos de acesso, canais de venda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A exportação de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/">alimentos</a> brasileiros alcançou cerca de 190 países e movimentou US$ 66,7 bilhões em <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">produtos</a> industrializados em 2025. China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia e Japão estão entre os principais compradores, enquanto países árabes e latino-americanos também abrem diferentes frentes comerciais. Entrar nesses mercados exige entender <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">demanda</a>, requisitos de acesso, canais de venda e perfil dos compradores. A <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">Anuga</a> Select Brazil aproxima <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">empresas</a> desse ambiente internacional ao reunir compradores, entidades e profissionais da cadeia de <a href="https://anuga-brazil.com.br/sorvete-de-coxinha-marca-chinesa-investe-em-alimentos-3d-para-ampliar-atuacao-no-mercado-sulamericano/">alimentos e bebidas</a> em um espaço voltado à geração de <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-preparar-um-steak-tartare-perfeito-chef-da-5-dicas-para-chegar-ao-sabor-ideal/">negócios</a>.</p>
<p><strong><a href="https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/">Brasil</a> bate recorde e alcança novos mercados</strong></p>
<p>Em 2025, os alimentos brasileiros chegaram a cerca de 190 países, e as <a href="https://anuga-brazil.com.br/exportacoes-de-alimentos-pequenas-e-medias-industrias-brasileiras-ganham-espaco-no-mercado-internacional/">exportações</a> de produtos industrializados atingiram o recorde de US$ 66,7 bilhões. Por trás desses números está uma rede comercial que passa pelos grandes compradores da Ásia, alcança mercados exigentes da Europa e dos Estados Unidos, mantém relações importantes com os países árabes e encontra novas possibilidades também entre os vizinhos latino-americanos.</p>
<p>Só que vender para tantos destinos não torna esses mercados iguais. Um produto competitivo no Brasil precisa encontrar demanda, atender regras locais, chegar pelo canal adequado e fazer sentido para quem compra do outro lado. Em alguns países, certificações têm peso decisivo; em outros, características do produto, preço, origem, embalagem ou capacidade de fornecimento podem mudar a negociação.</p>
<p>A partir dessas diferenças, as empresas podem direcionar melhor seus esforços e identificar oportunidades compatíveis com seus produtos. A seguir, vamos olhar para quem já compra alimentos brasileiros, quais mercados ganharam espaço, os produtos presentes nas exportações e os pontos que precisam entrar na estratégia de quem pretende negociar com compradores internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Índice</strong></p>
<ol>
<li>Exportação de alimentos favorece o saldo comercial brasileiro</li>
<li>Quais mercados mais compram alimentos brasileiros?</li>
<li>Da Ásia à América Latina, as exportações brasileiras encontram diferentes rotas</li>
<li>Quais alimentos brasileiros têm força no <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">mercado</a> internacional?</li>
<li>O que pesa na escolha de um novo mercado?</li>
<li>Como chegar aos compradores internacionais?</li>
<li><a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">Anuga Select Brazil</a> aproxima produtos brasileiros de novos mercados</li>
<li>Perguntas frequentes sobre exportação de alimentos</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Exportação de alimentos favorece o saldo comercial brasileiro </strong></p>
<p>A dimensão alcançada no exterior também aparece nos resultados da <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a> brasileira de alimentos, que fechou 2025 com R$ 1,388 trilhão em faturamento, alta de 8,02% sobre o ano anterior. As exportações de produtos industrializados responderam por 19,1% de tudo o que o Brasil vendeu ao exterior e, em comparação com 2020, cresceram 73% em valor, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA).</p>
<p>Outro número chama atenção pela participação no comércio exterior brasileiro. O <a href="https://anuga-brazil.com.br/7a-edicao-da-anuga-premia-produtos-que-se-destacam-pela-inovacao-e-criatividade/">setor</a> registrou superávit de US$ 57,5 bilhões em 2025, equivalente a 84% do saldo comercial positivo do país naquele ano. O resultado veio mesmo com barreiras tarifárias, conflitos internacionais e custos logísticos que interferiram nas negociações ao longo do período.</p>
<p>O desempenho também revela uma pauta de exportação que vai além dos grandes volumes agrícolas pelos quais o Brasil já é reconhecido. Alimentos e bebidas industrializados conquistaram uma participação expressiva nessas vendas, reunindo desde produtos com menor grau de processamento até categorias de maior valor agregado.</p>
<p>A expectativa da ABIA é que as exportações do setor alcancem US$ 70 bilhões em 2026. Chegar a esse patamar depende tanto dos grandes destinos que já sustentam as vendas quanto da capacidade de distribuir negócios entre diferentes países.</p>
<p><strong>2. Quais mercados mais compram alimentos brasileiros?</strong></p>
<p>A China liderou o ranking de compradores dos alimentos industrializados brasileiros em 2025. Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia e Japão completaram as cinco primeiras posições, ainda segundo a ABIA.</p>
<p>A lista já diz bastante sobre o alcance geográfico dessas vendas. A Ásia ocupa três das cinco primeiras posições, enquanto Estados Unidos e Países Baixos mostram que esse mapa se estende a outras regiões.</p>
<p>A Europa também mantém peso importante. Considerando o agronegócio em uma base mais abrangente, as exportações brasileiras para a <a href="https://anuga-brazil.com.br/acordo-mercosul-ue-abre-novas-oportunidades-para-exportacao-de-alimentos-e-bebidas-brasileiros/?utm_source=chatgpt.com">União Europeia</a> passaram de US$ 19,5 bilhões em 2024 para US$ 21,8 bilhões em 2025. Café verde, farelo de soja e soja em grãos lideraram essa pauta, acompanhados por produtos como carne bovina, milho e açúcar.</p>
<p>A diversificação dos destinos ganha importância justamente quando um grande mercado passa por mudanças comerciais. Tarifas aplicadas pelos Estados Unidos afetaram o desempenho do setor em 2025 e, segundo estimativa apresentada pela ABIA, entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão em vendas deixaram de ser realizadas. Ter compradores distribuídos por diferentes regiões reduz a exposição a mudanças concentradas em um único destino.</p>
<p><strong>3. Da Ásia à América Latina, as exportações brasileiras encontram diferentes rotas</strong></p>
<p>A China lidera as compras de alimentos industrializados brasileiros, acompanhada na Ásia por dois países que também chegaram ao grupo dos cinco maiores destinos em 2025. Indonésia e Japão ocupam posições que reforçam o peso da região e, principalmente, mostram que as relações comerciais brasileiras por lá se estendem a economias com perfis bastante distintos.</p>
<p>Há diferenças importantes entre esses mercados em hábitos de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-com-menos-acucar-como-a-industria-esta-reformulando-produtos-sem-perder-sabor/">consumo</a>, canais de venda, exigências regulatórias e posicionamento de produto. Na realidade, entrar na China, no Japão ou na Indonésia envolve decisões próprias sobre portfólio, apresentação, documentação e parceiros comerciais. Conhecer essas particularidades torna a escolha do destino mais precisa e evita aplicar a mesma estratégia a países com dinâmicas de consumo diferentes.</p>
<p>Fora da Ásia, os países árabes ocupam uma posição que merece atenção pelos números. Em 2025, a Liga Árabe foi o segundo principal bloco regional de destino dos alimentos industrializados brasileiros, ficando à frente da União Europeia. Dependendo do país e da <a href="https://anuga-brazil.com.br/maior-campeonato-brasileiro-de-pizzaiolos-reune-competidores-de-todo-o-pais-em-classificatoria-para-competicao-mundial/">categoria</a>, certificações, requisitos religiosos e adequações específicas de produção fazem parte das condições de acesso, especialmente em produtos de origem animal. A FAMBRAS Halal, maior certificadora Halal da América Latina e parceira da Anuga Select Brazil, reúne cerca de 350 indústrias certificadas que exportam para diferentes mercados internacionais.</p>
<p>A América Latina também trouxe mudanças importantes em 2025. As vendas de alimentos brasileiros para a Argentina cresceram 70%, e Paraguai, Uruguai e Chile registraram avanço. A proximidade geográfica pode tornar algumas operações logísticas mais simples, mas preço, concorrência, distribuição e regras locais continuam definindo a viabilidade comercial em cada país.</p>
<p>Esses movimentos colocam opções bastante diferentes diante das empresas brasileiras. Há grandes compradores asiáticos, uma relação já consolidada com o mundo árabe e países latino-americanos que aumentaram suas compras recentemente. As condições de entrada, o perfil dos compradores e as exigências de cada país acabam definindo quais destinos fazem sentido para cada produto.</p>
<p><strong>4. Quais alimentos brasileiros têm força no mercado internacional?</strong></p>
<p>Soja, proteínas animais, açúcar, café e milho continuam entre os produtos de maior projeção externa do país. Em 2025, a soja em grãos gerou US$ 43,5 bilhões em receitas de exportação, e a carne bovina alcançou o recorde de US$ 17,9 bilhões. O café chegou a US$ 16 bilhões, com alta de 30,3% em valor no ano.</p>
<p>Os grandes volumes dividem a pauta externa com produtos de diferentes níveis de processamento. Frutas, sucos, biscoitos, massas, pães e bolos também chegam a compradores internacionais e mostram outras frentes da oferta brasileira de alimentos.</p>
<p><strong>Alimentos entre os principais produtos exportados pelo Brasil em 2025</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Produtos brasileiros</strong></td>
<td><strong>O que observar no mercado externo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Frutas</strong></td>
<td>O Brasil exportou cerca de 1,3 milhão de toneladas em 2025, com faturamento de US$ 1,56 bilhão. Manga, melão, melancia, limões e limas estiveram entre os principais produtos em volume.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sucos</strong></td>
<td>O processamento de frutas abre uma frente própria de exportação, com destaque internacional para o suco de laranja brasileiro.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Snacks e alimentos processados</strong></td>
<td>Conveniência, sabor, embalagem e adaptação ao consumo local entram na estratégia de produtos que disputam espaço fora das grandes cadeias de commodities.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alimentos funcionais</strong></td>
<td>Formulação, <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-olho-em-mudanca-de-comportamento-dos-consumidores-marcas-tentam-deixar-produtos-industrializados-mais-naturais/">benefícios</a> nutricionais, <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-futuro-da-industria-de-alimentos/">ingredientes</a> e regras para alegações exigem atenção na entrada em diferentes mercados.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ingredientes</strong></td>
<td>Produtos destinados à indústria seguem uma lógica B2B, na qual aplicação, especificações técnicas, regularidade de fornecimento e adequação regulatória pesam na negociação.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Fonte:</strong> Conab, ComexStat e Abimapi.</p>
<p>A abertura de novos mercados também movimenta categorias que já possuem grande escala internacional. A carne bovina brasileira conquistou acesso a 11 novos mercados ao longo de 2025, e a carne suína avançou 19,6% em valor exportado, levando o Brasil, pela primeira vez, à posição de terceiro maior exportador mundial da categoria.</p>
<p>Cada grupo de produtos encontra condições próprias de comercialização no exterior. Escala e preço podem ter maior peso em uma negociação; processamento, origem, certificações, formulação ou características específicas do produto podem definir outras.</p>
<p><strong>5. O que pesa na escolha de um novo mercado?</strong></p>
<p>Um país que importa grandes volumes de alimentos não é automaticamente o melhor destino para qualquer produto brasileiro. Antes de investir em prospecção, seis pontos mostram se a oportunidade faz sentido na prática:</p>
<p><strong>Demanda</strong><br />
Quem compra essa categoria, em qual volume e faixa de preço? O consumo existente precisa ser compatível com o posicionamento do produto.</p>
<p><strong>Requisitos de entrada</strong><br />
Normas sanitárias, registros, certificações, ingredientes permitidos e documentação variam entre mercados e categorias. Identificar essas exigências cedo evita desenvolver uma operação comercial que depois esbarra em uma barreira regulatória.</p>
<p><strong>Produto e embalagem</strong><br />
Rotulagem, idioma, tamanho da embalagem, formulação, informações nutricionais e até apresentação podem exigir adaptações. A versão comercializada no Brasil nem sempre está pronta para entrar diretamente em outro país.</p>
<p><strong>Logística</strong><br />
Prazo, frete, armazenagem e necessidade de cadeia refrigerada interferem no custo final e na capacidade de competir. Em alimentos perecíveis, essa conta ganha ainda mais importância.</p>
<p><strong>Canal de venda</strong><br />
Importador, distribuidor, varejo, foodservice e indústria compram de maneiras diferentes. Definir quem precisa ser alcançado também influencia preço, volume, apresentação comercial e negociação.</p>
<p><strong>Concorrência</strong><br />
O produto brasileiro disputa espaço com fornecedores locais e de outros países. Preço sozinho raramente explica essa competição. Regularidade de fornecimento, qualidade, diferenciais do produto e confiança comercial também entram na decisão de compra.</p>
<p>Responder a esses pontos antes de escolher o destino torna a prospecção mais precisa. Também evita tratar países inteiros como mercados homogêneos quando, dentro deles, canais e públicos podem oferecer condições bastante diferentes.</p>
<p><strong>6. Como chegar aos compradores internacionais?</strong></p>
<p>Depois da escolha do mercado, surge uma etapa menos visível nas estatísticas de exportação: encontrar quem pode colocar o produto em circulação naquele país. Dependendo da categoria e do modelo de negócio, essa ponte passa por importadores, distribuidores, redes <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">varejistas</a>, atacadistas, indústrias, operadores de foodservice ou representantes comerciais.</p>
<p>A busca por esses contatos pode combinar prospecção direta, apoio de entidades especializadas, missões comerciais, rodadas de negócios e <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">feiras</a> do setor. A ApexBrasil, que informa atender 3.565 empresas de alimentos, bebidas e agronegócio, atua nessa aproximação e também participa da Anuga Select Brazil com iniciativas voltadas à internacionalização.</p>
<p>Na edição de 2026, a agência esteve presente com o Exporta Mais Brasil, que promove rodadas entre empresas brasileiras e <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">compradores internacionais</a>, além de ações de capacitação e inteligência de mercado. Essa combinação é especialmente útil porque uma negociação internacional começa antes da conversa com o comprador. Informações sobre demanda, perfil de consumo, concorrência e características de cada destino permitem chegar a esse encontro com uma proposta comercial mais bem preparada.</p>
<p>Feiras de negócios concentram essas duas frentes no mesmo ambiente. Além do contato com importadores, distribuidores e varejistas, elas dão acesso a especialistas, entidades setoriais, conteúdos e informações que ajudam a entender o comportamento de diferentes mercados. Também permitem observar produtos concorrentes, conversar diretamente com profissionais da cadeia e identificar ajustes que podem ser necessários antes de uma negociação avançar.</p>
<p><strong>7. Anuga Select Brazil aproxima produtos brasileiros de novos mercados</strong></p>
<p>Os números apresentados ao longo deste artigo mostram um Brasil que já ocupa espaço em diferentes rotas do comércio mundial de alimentos. A próxima decisão é bem mais específica e acontece empresa por empresa: qual mercado combina com o produto, quais exigências precisam ser atendidas e com quem vale a pena negociar.</p>
<p>A Anuga Select Brazil coloca parte dessas respostas em circulação durante a <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a>. A programação reúne empresas brasileiras e internacionais, compradores e entidades que acompanham o comércio de alimentos e bebidas, além de iniciativas voltadas à geração de negócios e à internacionalização. É um espaço para levar ao contato comercial aquilo que começou com pesquisa, preparação e escolha de mercado.</p>
<p><strong><em>Anuga Select Brazil 2027</em></strong></p>
<p><strong>Novos mercados podem começar por uma boa conexão comercial</strong></p>
<p>De 6 a 8 de abril, a Anuga Select Brazil reúne em São Paulo empresas e profissionais da cadeia de alimentos e bebidas do Brasil e de outros países. Para quem busca espaço no mercado internacional, a feira oferece um ambiente para apresentar produtos, conhecer potenciais parceiros e participar de iniciativas voltadas à <a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">geração de negócios</a>.</p>
<p><a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=quero_expor&amp;utm_content=exportacao_de_alimentos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conheça as oportunidades para expor.</strong></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>8. Perguntas frequentes </strong></p>
<p><strong>Quais países mais compram alimentos industrializados brasileiros?</strong></p>
<p>China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia e Japão foram os cinco principais compradores em 2025, segundo a ABIA. A presença de três países asiáticos entre os cinco primeiros acompanha a liderança da Ásia entre os destinos das exportações do setor.</p>
<p><strong>Quanto o Brasil exporta em alimentos?</strong></p>
<p>As exportações de alimentos industrializados somaram US$ 66,7 bilhões em 2025, o maior valor já registrado pelo setor. Esse total representou 19,1% de tudo o que o Brasil exportou no ano.</p>
<p><strong>Quais alimentos brasileiros estão entre os mais exportados?</strong></p>
<p>Soja, açúcares e melaços, carne bovina, farelo de soja, milho e carnes de aves aparecem entre os dez principais produtos da pauta exportadora brasileira de 2025, segundo o ComexStat. O comércio exterior também inclui alimentos processados, ingredientes, bebidas e produtos com maior valor agregado.</p>
<p><strong>O que uma empresa precisa avaliar antes de exportar alimentos?</strong></p>
<p>Demanda, requisitos sanitários, certificações, concorrência, logística, canais de venda e possíveis adaptações de produto e embalagem estão entre os principais pontos. As exigências mudam conforme o país e a categoria, por isso a análise precisa considerar o mercado escolhido.</p>
<p><strong>Como encontrar compradores internacionais de alimentos?</strong></p>
<p>Prospecção direta, importadores, distribuidores, missões comerciais, rodadas de negócios e feiras B2B estão entre os caminhos disponíveis. Eventos especializados também aproximam empresas de entidades e profissionais com informações sobre mercados, regulamentação e oportunidades comerciais.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Categoria:</strong> Comércio Exterior &amp; Internacionalização</p>
<p><strong>Tags:</strong> Exportação, Mercados Internacionais, Oportunidades de Negócios, Compradores Internacionais, Alimentos e Bebidas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Futuro da Indústria de Alimentos &#8211; Inovação, Biotecnologia e Clean Label</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/o-futuro-da-industria-de-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 17:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=67988</guid>

					<description><![CDATA[Resumo do artigo: O futuro da indústria de alimentos e bebidas está na formulação inteligente. Impulsionado pelo avanço da biotecnologia e da fermentação de precisão, o setor encontra soluções inovadoras para criar ingredientes idênticos aos naturais, substituir aditivos artificiais (movimento clean label) e reaproveitar subprodutos agrícolas de forma sustentável (upcycling). O grande desafio tecnológico de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="9"><b data-path-to-node="9" data-index-in-node="0">Resumo do artigo:</b> <i data-path-to-node="9" data-index-in-node="18">O futuro da <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a> de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/">alimentos</a> e bebidas está na formulação inteligente. Impulsionado pelo avanço da biotecnologia e da fermentação de precisão, o <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-preparar-um-steak-tartare-perfeito-chef-da-5-dicas-para-chegar-ao-sabor-ideal/">setor</a> encontra soluções inovadoras para criar ingredientes idênticos aos naturais, substituir aditivos artificiais (movimento clean label) e reaproveitar subprodutos agrícolas de forma sustentável (upcycling). O grande desafio tecnológico de hoje é conectar essas inovações nutricionais ao <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">mercado</a> varejista e de <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">food service</a>, transformando pesquisa avançada em negócios reais — um movimento de negócios que ganha força e escala em eventos estratégicos como a <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">Anuga Select Brazil</a>.</i></p>
<p data-path-to-node="10">Uma mudança discreta está acontecendo dentro dos <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">alimentos e bebidas</a> que chegam às prateleiras. Ela aparece na <a href="https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/">proteína</a> produzida por fermentação, na fibra recuperada de um subproduto agrícola, no conservante de origem natural e até em compostos desenvolvidos para entregar características específicas de sabor, textura ou estabilidade. É na combinação desses elementos que muitas <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">empresas</a> estão encontrando novas possibilidades para desenvolver <a href="https://anuga-brazil.com.br/7a-edicao-da-anuga-premia-produtos-que-se-destacam-pela-inovacao-e-criatividade/">produtos</a> e mostrando, na prática, por que o futuro da indústria está na <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="518">formulação de alimentos</b>.</p>
<p data-path-to-node="11">A composição já diz bastante sobre os rumos do setor. Fabricantes precisam conciliar perfil nutricional, conservação, custo, desempenho e disponibilidade dos insumos, enquanto acompanham consumidores cada vez mais atentos ao que encontram nas embalagens. Encontrar esse equilíbrio tem levado as empresas a explorar novas soluções para criar, adaptar e aprimorar seus produtos, impulsionando a <b data-path-to-node="11" data-index-in-node="393">inovação em alimentos e bebidas</b>.</p>
<h2 data-path-to-node="12">O Futuro da Indústria de Alimentos está na Formulação: Como a Biotecnologia Acelera a Indústria</h2>
<p data-path-to-node="13">Fungos, algas, cultivos celulares, fibras, probióticos, botânicos e proteínas alternativas fazem parte de uma geração de ingredientes que começa a encontrar aplicações variadas.</p>
<ul data-path-to-node="14">
<li>
<p data-path-to-node="14,0,0"><b data-path-to-node="14,0,0" data-index-in-node="0">Melhoria nutricional:</b> Componentes que elevam o valor agregado da receita.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="14,1,0"><b data-path-to-node="14,1,0" data-index-in-node="0">Funções específicas:</b> Ingredientes que garantem texturas ou estabilidade antes difíceis de obter por métodos tradicionais.</p>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="15">A <b data-path-to-node="15" data-index-in-node="2">fermentação</b> é uma das tendências que o mercado mais está de olho. A tecnologia permite utilizar microrganismos para produzir proteínas, gorduras, aromas e outros compostos com propriedades específicas. Segundo a McKinsey, o mercado de produtos de proteína fermentada pode chegar a <b data-path-to-node="15" data-index-in-node="283">US$ 100 bilhões a US$ 150 bilhões até 2050</b>.</p>
<p data-path-to-node="16">Para se ter uma ideia do avanço dessa biotecnologia alimentar, o Good Food Institute contabilizou mais de 160 companhias especializadas em proteínas e ingredientes obtidos por fermentação em 2025. No <a href="https://anuga-brazil.com.br/sorvete-de-coxinha-marca-chinesa-investe-em-alimentos-3d-para-ampliar-atuacao-no-mercado-sulamericano/">Brasil</a>, também há <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">investimentos</a> em capacidade produtiva e estudos apontam vantagens locais, como a disponibilidade de vasta biodiversidade agrícola e uma base industrial e científica sólida.</p>
<p data-path-to-node="17">Entre as possibilidades mais promissoras está a <b data-path-to-node="17" data-index-in-node="48">fermentação de precisão</b>, capaz de obter compostos idênticos ou semelhantes aos encontrados na natureza. A técnica começa a ser explorada na produção de proteínas lácteas e de ovos, adoçantes, corantes, gorduras e componentes especializados, aumentando as opções disponíveis para diferentes receitas e reduzindo a dependência de fontes agrícolas vulneráveis.</p>
<h3 data-path-to-node="18">O que pode acelerar a chegada de novos ingredientes ao mercado?</h3>
<table data-path-to-node="19">
<thead>
<tr>
<td><strong>Ponto de Atenção</strong></td>
<td><strong>O que os <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-tecnologia-e-dados-estao-mudando-as-decisoes-de-compra-no-food-retail/">Dados</a> Indicam</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,1,0,0"><b data-path-to-node="19,1,0,0" data-index-in-node="0">Aceitação do consumidor</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,1,1,0">Entre 49% e 67% dos entrevistados se mostraram dispostos a experimentar alimentos e bebidas com novos ingredientes.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,2,0,0"><b data-path-to-node="19,2,0,0" data-index-in-node="0">Ocasiões de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-com-menos-acucar-como-a-industria-esta-reformulando-produtos-sem-perder-sabor/">consumo</a></b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,2,1,0">Lanches e almoço aparecem entre os momentos com maior abertura para experimentar essas novidades.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,3,0,0"><b data-path-to-node="19,3,0,0" data-index-in-node="0">Custo de produção</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,3,1,0">Avanços no bioprocessamento podem reduzir os custos em cerca de 50%.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,4,0,0"><b data-path-to-node="19,4,0,0" data-index-in-node="0">Capacidade produtiva</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,4,1,0">A expansão da fermentação pode exigir mais de US$ 250 bilhões em investimentos em infraestrutura até 2050.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p data-path-to-node="20"><strong>Fonte:</strong> McKinsey &amp; Company</p>
<figure id="attachment_67997" aria-describedby="caption-attachment-67997" style="width: 740px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-67997 size-full" src="https://anuga-brazil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/O-Desafio-Tecnologico-dos-Ingredientes-Clean-Label.png" alt="O Desafio Tecnológico dos Ingredientes Clean Label" width="740" height="493" srcset="https://anuga-brazil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/O-Desafio-Tecnologico-dos-Ingredientes-Clean-Label.png 740w, https://anuga-brazil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/O-Desafio-Tecnologico-dos-Ingredientes-Clean-Label-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /><figcaption id="caption-attachment-67997" class="wp-caption-text">O Desafio Tecnológico dos Ingredientes Clean Label</figcaption></figure>
<h2 data-path-to-node="20">O Desafio Tecnológico dos Ingredientes Clean Label</h2>
<p data-path-to-node="21">Uma embalagem com uma lista de ingredientes mais simples pode esconder um trabalho de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) bastante complexo. Ao retirar um conservante, estabilizante ou espessante convencional, é preciso encontrar outra forma de cumprir seu papel e garantir que o <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">alimento</a> preserve <b data-path-to-node="21" data-index-in-node="295">segurança, aparência, sabor e durabilidade</b>.</p>
<p data-path-to-node="22">É por isso que o avanço da tendência <b data-path-to-node="22" data-index-in-node="37">clean label (rótulo limpo)</b> tem movimentado o setor de fornecedores. Extratos naturais, culturas, enzimas, fibras, amidos e outros componentes vêm sendo estudados para assumir funções tecnológicas sem afastar o produto da proposta de uma composição percebida como mais natural pelo consumidor.</p>
<p data-path-to-node="23">A presença dessa característica nos lançamentos demonstra a força do movimento. Dados da Innova Market Insights indicam que mais de um terço dos novos alimentos e bebidas lançados nos Estados Unidos e no Canadá apresenta alguma alegação associada a clean label, com destaque absoluto para produtos sem aditivos artificiais ou conservantes.</p>
<p data-path-to-node="24">As possibilidades mudam conforme a <a href="https://anuga-brazil.com.br/maior-campeonato-brasileiro-de-pizzaiolos-reune-competidores-de-todo-o-pais-em-classificatoria-para-competicao-mundial/">categoria</a>:</p>
<ul data-path-to-node="25">
<li>
<p data-path-to-node="25,0,0"><b data-path-to-node="25,0,0" data-index-in-node="0">Panificação:</b> Enzimas e fibras contribuem para maciez, volume e conservação.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="25,1,0"><b data-path-to-node="25,1,0" data-index-in-node="0">Bebidas:</b> Botânicos e alternativas naturais atuam na composição, coloração e experiência sensorial.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="25,2,0"><b data-path-to-node="25,2,0" data-index-in-node="0">Laticínios:</b> Culturas e proteínas alternativas substituem estabilizantes sintéticos.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="25,3,0"><b data-path-to-node="25,3,0" data-index-in-node="0">Snacks:</b> Grãos, sementes e fontes nutricionais diferentes ganham protagonismo.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="25,4,0"><b data-path-to-node="25,4,0" data-index-in-node="0">Orgânicos:</b> Novas soluções preservam as características exigidas pelo público sem comprometer a validade.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-path-to-node="26">Upcycling: O Subproduto que Retorna como Matéria-Prima Sustentável</h2>
<p data-path-to-node="27">Cascas, sementes, bagaços, polpas e outros materiais resultantes do processamento podem carregar fibras, proteínas, antioxidantes e compostos capazes de retornar à linha de produção na forma de novos ingredientes.</p>
<p data-path-to-node="28">Essa é a premissa do <b data-path-to-node="28" data-index-in-node="21">upcycling de alimentos</b>, que transforma subprodutos em recursos valiosos para novas aplicações. Uma análise global da Innova Market Insights publicada em 2026 mostrou que 1 em cada 2 consumidores considera a reciclagem e o upcycling entre as maneiras preferidas de contribuir com o meio ambiente.</p>
<p data-path-to-node="29">Para a indústria, a oportunidade é comercial e sustentável:</p>
<ul data-path-to-node="30">
<li>
<p data-path-to-node="30,0,0">Bagaços podem se tornar fontes ricas de proteínas e fibras.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="30,1,0">Frutas fora do padrão estético comercial podem originar novos componentes.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="30,2,0">Partes vegetais antes descartadas fornecem compostos bioativos ou bases de sabor.</p>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="31">Isso muda a conversa sobre aproveitamento. Um material com pouco ou nenhum valor inicial retorna ao processo produtivo gerando receita e espaço em novas categorias. Produtores extraem mais valor da sua safra, enquanto fabricantes ganham matérias-primas sustentáveis para inovar nas formulações.</p>
<h2 data-path-to-node="32">Da Formulação para o Mercado: Conectando Inovações ao Food Service</h2>
<p data-path-to-node="33">A essa altura, fica claro que uma formulação estratégica transforma um produto e impulsiona negócios. O grande desafio atual é levar o potencial da pesquisa para as prateleiras, conectando essas tecnologias aos compradores certos.</p>
<p data-path-to-node="34">A velocidade com que fabricantes buscam transformar ciência em produtos reais é impressionante. Novas formulações movimentam rodadas comerciais em busca de distribuidores e parceiros. Varejistas mapeiam o que será sucesso nas gôndolas, enquanto restaurantes, hotéis e o mercado de <b data-path-to-node="34" data-index-in-node="281">food service</b> avaliam como ingredientes fermentados, clean label ou de upcycling podem elevar a qualidade e a sustentabilidade de seus cardápios. É nesse ecossistema que uma inovação tecnológica prova sua viabilidade como negócio.</p>
<p data-path-to-node="35">E sabe onde todo esse ecossistema se encontra? Na <a href="https://anuga-brazil.com.br/"><b data-path-to-node="35" data-index-in-node="50">Anuga Select Brazil</b></a>. A <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a> líder do setor reúne fabricantes, fornecedores, compradores e especialistas para conhecer de perto novos produtos, descobrir aplicações, trocar experiências e criar as conexões necessárias para levar uma grande ideia da bancada de testes direto para o mercado.</p>
<p data-path-to-node="36"><b data-path-to-node="36" data-index-in-node="0">Quer impulsionar seus negócios?</b> Venha expor na <a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">Anuga</a> Select Brazil e conecte seus ingredientes, tecnologias e soluções às próximas grandes oportunidades da indústria de alimentos. <a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=anuga_quero_expor_27&amp;utm_content=o_futuro_esta_na_formulacao" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e saiba mais.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alimentos congelados ganham novo protagonismo com conveniência, qualidade e redução de desperdício</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 18:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=67969</guid>

					<description><![CDATA[O espaço dos alimentos congelados no mercado brasileiro está sendo redesenhado por um consumidor que procura resolver diferentes necessidades na mesma compra. Praticidade continua importante, mas agora divide atenção com composição nutricional, variedade, sabor e facilidade de preparo. A categoria acompanha essas prioridades com uma oferta mais diversa e alinhada às rotinas de consumo atuais. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O espaço dos <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-com-menos-acucar-como-a-industria-esta-reformulando-produtos-sem-perder-sabor/">alimentos</a> congelados no <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">mercado</a> brasileiro está sendo redesenhado por um consumidor que procura resolver diferentes necessidades na mesma compra. Praticidade continua importante, mas agora divide atenção com composição nutricional, variedade, sabor e facilidade de preparo. A categoria acompanha essas prioridades com uma oferta mais diversa e alinhada às rotinas de consumo atuais.</p>
<p>Para ter uma ideia, o mercado brasileiro de alimentos congelados movimentou US$ 5,9 bilhões em 2025 e deve alcançar US$ 7,8 bilhões até 2034, com crescimento médio anual de 3,23% entre 2026 e 2034, segundo o Grupo IMARC, empresa especializada em pesquisas e análises de mercado. Entre os fatores que sustentam essa projeção estão a procura por refeições prontas e convenientes, a urbanização, o aumento no consumo de frutas e vegetais congelados e a expansão da infraestrutura de supermercados e varejo.</p>
<p><strong>Alimentos congelados acompanham novas escolhas de consumo</strong></p>
<p>Uma visita ao freezer do supermercado já revela uma categoria bem mais diversificada. Ao lado de opções tradicionais, cresce a presença de <a href="https://anuga-brazil.com.br/7a-edicao-da-anuga-premia-produtos-que-se-destacam-pela-inovacao-e-criatividade/">produtos</a> pensados para diferentes refeições, perfis de alimentação e momentos do dia. Marmitas com propostas nutricionais específicas, ingredientes prontos para uso e soluções que simplificam etapas do preparo mostram como a <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a> vem respondendo a um consumidor interessado em praticidade, mas também atento ao que coloca no prato.</p>
<p>Um exemplo aparece em ‘frutas e vegetais congelados’. O segmento movimentou US$ 610,2 milhões no Brasil em 2025 e pode chegar a US$ 744,7 milhões em 2034. O avanço das tecnologias de congelamento e a procura por opções práticas e nutritivas aparecem entre os fatores associados ao crescimento da categoria.</p>
<p><strong>Quanto movimentam os principais segmentos de congelados no Brasil</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Segmento no Brasil</strong></td>
<td><strong>Mercado em 2025</strong></td>
<td><strong>Projeção 2034</strong></td>
<td><strong>CAGR 2026–2034</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Carne bovina congelada</strong></td>
<td>US$ 1,7 bi</td>
<td>US$ 2,2 bi</td>
<td>2,93%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Panificação congelada</strong></td>
<td>US$ 1,53 bi</td>
<td>US$ 2,36 bi</td>
<td>4,76%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Batatas congeladas</strong></td>
<td>US$ 1,2 bi</td>
<td>US$ 1,6 bi</td>
<td>3,22%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Frutas e vegetais congelados</strong></td>
<td>US$ 610,2 mi</td>
<td>US$ 744,7 mi</td>
<td>2,17%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Todos são dados da IMARC para o mercado brasileiro em 2025.</p>
<p>Produtos relacionados a uma alimentação mais equilibrada ganham destaque enquanto fabricantes e varejistas reavaliam a presença de categorias muito associadas ao excesso de açúcar e carboidratos refinados. O congelamento se encaixa bem nessa transformação ao permitir porções adequadas, formulações alinhadas às novas escolhas alimentares e preparo simples, atributos que respondem às exigências das rotinas urbanas.</p>
<p><strong>Tecnologia aproxima congelados da experiência do <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">alimento</a> fresco</strong></p>
<p>Parte importante dessa evolução acontece antes de o produto chegar ao freezer do supermercado. Técnicas de congelamento rápido, maior controle de temperatura e avanços na cadeia de frio ajudam a preservar atributos decisivos para a experiência de consumo, como textura, sabor, aparência e propriedades dos alimentos.</p>
<p>Há também uma percepção antiga que a categoria ainda precisa enfrentar. Congelamento e uso de conservantes não são sinônimos. A baixa temperatura já funciona como método de conservação, embora a presença ou ausência de conservantes dependa da formulação de cada produto. No entanto, novas tecnologias vêm refinando os resultados obtidos pela indústria. Sistemas de Congelamento Rápido Individual (IQF), embalagens a vácuo e materiais mais avançados estão entre as soluções adotadas pelas <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">empresas</a> para preservar melhor os produtos e diferenciá-los no mercado.</p>
<p>Essa evolução também tem valor comercial. Quando qualidade e tecnologia são bem comunicadas, o congelado ganha argumentos que vão além do tempo economizado na cozinha. Explicar como o produto foi preservado, a origem dos ingredientes, os cuidados ao longo da produção e a melhor forma de preparo ajuda o consumidor a entender melhor o que está levando para casa e contribui para reduzir antigas resistências em relação à categoria.</p>
<p><strong>Praticidade abre novas ocasiões para os congelados</strong></p>
<p>As possibilidades de consumo explicam a variedade que chegou à categoria. O consumidor pode procurar uma refeição completa para o almoço, uma marmita fit para organizar a semana, ingredientes que facilitem o jantar ou um lanche que fique pronto em poucos minutos. São necessidades diferentes, que abrem caminhos para trabalhar formatos, porções e propostas de produto pensados para cada rotina.</p>
<p>Essa diversidade aparece na própria composição do mercado brasileiro em estudo da IMARC, que reúne refeições e pratos ‘ready to eat’, snacks, carnes e aves, pescados, frutas e vegetais e produtos de panificação entre seus principais segmentos. Atender a tantas ocasiões, porém, exige que o consumidor entenda rapidamente o que cada produto entrega e por que ele pode fazer sentido para a sua rotina.</p>
<p>A comunicação tem um papel importante nessa escolha, especialmente em uma categoria que ainda convive com dúvidas antigas sobre qualidade, ingredientes e processamento. Informações claras sobre composição, método de conservação, origem dos ingredientes e modo de preparo tornam esses atributos mais visíveis. Embalagens também podem explorar melhor benefícios que nem sempre são associados imediatamente aos congelados, como porcionamento, praticidade de armazenamento e aproveitamento do produto.</p>
<p>É nesse ponto que propostas de <em>clean label</em> ganham <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">relevância</a>. Listas de ingredientes mais simples e fáceis de compreender, acompanhadas de informações transparentes no rótulo, facilitam a avaliação do produto e oferecem argumentos concretos sobre o que ele entrega. Para as marcas, vale tornar essas informações fáceis de encontrar, usando o próprio produto para construir confiança em uma categoria que evoluiu em tecnologia, variedade e qualidade.</p>
<p><strong>Menos desperdício fortalece a categoria no <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">food service</a> e no varejo</strong></p>
<p>Esses benefícios também aparecem fora do consumo doméstico. Em restaurantes, cozinhas profissionais e operações de food service, ingredientes congelados podem trazer maior previsibilidade para compras e estoques, facilitar o uso das quantidades necessárias em cada preparo e reduzir perdas relacionadas à deterioração de produtos frescos.</p>
<p>Um pacote de vegetais, por exemplo, permite retirar somente o necessário para determinada receita e conservar o restante. Proteínas em cortes ou quantidades adequadas à operação e itens pré-preparados também otimizam etapas da cozinha, controlam melhor o uso dos ingredientes e mantêm maior regularidade entre as preparações.</p>
<p>A infraestrutura necessária para sustentar esse mercado também avança. A logística de cadeia fria no Brasil movimentou US$ 5,4 bilhões em 2025 e tem projeção de chegar a US$ 11,5 bilhões em 2034, impulsionada pelo crescimento da circulação de produtos frescos e congelados e pelos <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">investimentos</a> em armazenamento e transporte com temperatura controlada.</p>
<p>Escolher um congelado envolve colocar vários fatores na conta. Vida útil, facilidade de armazenamento, disponibilidade, rendimento e potencial de desperdício pesam tanto quanto sabor e qualidade. <strong>Em uma cozinha profissional, custo, tempo de preparo e aproveitamento dos ingredientes completam essa avaliação e determinam quais produtos realmente fazem sentido para a operação.</strong></p>
<p><strong>A próxima geração dos congelados já disputa espaço no mercado</strong></p>
<p>Muitas dessas mudanças já podem ser vistas nos lançamentos e nas conversas comerciais da indústria. A última edição da <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">Anuga Select Brazil</a> reuniu empresas de diferentes segmentos e soluções ligadas a alimentos prontos, frutas, sobremesas geladas, produtos para food service e outras categorias alinhadas à procura por praticidade e novas experiências de consumo. A <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a> também contou com demonstrações gastronômicas e experiências direcionadas ao mercado de alimentação fora do lar.</p>
<p>A degustação faz diferença nesses encontros porque aproxima os compradores de atributos que nem sempre a embalagem consegue mostrar. Textura, sabor e desempenho após o preparo ajudam a perceber quanto a tecnologia dos congelados evoluiu. Circular entre diferentes expositores ainda permite acompanhar como as empresas estão trabalhando formulação, embalagem, formatos de produto e posicionamento, além de identificar referências que podem orientar as próximas decisões do negócio.</p>
<p>Leve suas novidades para a próxima <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-preparar-um-steak-tartare-perfeito-chef-da-5-dicas-para-chegar-ao-sabor-ideal/">Anuga</a> Select Brazil e coloque sua marca diante de compradores, distribuidores e profissionais do food service que estão em busca de novos produtos e fornecedores. Há oportunidades tanto para novas propostas quanto para marcas que consigam apresentar melhor a qualidade, a conveniência e os diferenciais do que já produzem.</p>
<p>Quer saber mais? <a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=anuga_quero_expor_27&amp;utm_content=alimentos_congelados" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e descubra como expor na Anuga Select Brazil 2027.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alimentos com menos açúcar: como a indústria está reformulando produtos sem perder sabor</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/alimentos-com-menos-acucar-como-a-industria-esta-reformulando-produtos-sem-perder-sabor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=67859</guid>

					<description><![CDATA[Basta alguns minutos diante das prateleiras de um supermercado para perceber que alguma coisa mudou. Alimentos com menos açúcar dividem espaço com produtos sem lactose, ricos em proteínas e outras propostas voltadas a diferentes escolhas de consumo. Rótulos com essas características ajudam o consumidor a identificar rapidamente o que procura, enquanto a composição ganhou espaço [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Basta alguns minutos diante das prateleiras de um supermercado para perceber que alguma coisa mudou. <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/">Alimentos</a> com menos açúcar dividem espaço com <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">produtos</a> sem lactose, ricos em proteínas e outras propostas voltadas a diferentes escolhas de consumo. Rótulos com essas características ajudam o consumidor a identificar rapidamente o que procura, enquanto a composição ganhou espaço na decisão de compra, com atenção maior para açúcar, sódio, gorduras e ingredientes.</p>
<p>E essa mudança de olhar já começa a aparecer nas escolhas feitas no supermercado. Cinco em cada dez brasileiros afirmam estar optando por alimentos com menos açúcar e dando preferência a adoçantes sem ou de baixa caloria, segundo o estudo Consumer Insights, do terceiro trimestre de 2025, realizado pela Worldpanel by Numerator. Entre as classes A e B, a redução do açúcar já ultrapassa 50%.</p>
<p>Já nos pontos de venda, dados da Scanntech Brasil mostram que, entre os consumidores que alteraram seus hábitos alimentares no último ano, 64% passaram a consumir produtos considerados mais <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-olho-em-mudanca-de-comportamento-dos-consumidores-marcas-tentam-deixar-produtos-industrializados-mais-naturais/">saudáveis</a> e 53% reduziram o consumo de açúcar e doces.</p>
<p>A pergunta que fica é como reduzir o açúcar e, ao mesmo tempo, preservar o sabor, a textura e a experiência que fazem um produto conquistar espaço no carrinho?</p>
<p><strong>Consumo de alimentos com menos açúcar cresce no Brasil</strong></p>
<p>Com tanta informação circulando no celular, na televisão e nas redes sociais, a relação com os alimentos ganhou uma nova camada. Antes de colocar um produto no carrinho, o consumidor pode comparar ingredientes, pesquisar na internet sobre sua composição, conferir a tabela nutricional e observar as informações destacadas na embalagem.</p>
<p>A rotulagem nutricional frontal, obrigatória no Brasil desde 2022, contribuiu para tornar essas informações mais visíveis. O símbolo da lupa, criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sinaliza a presença elevada de açúcares adicionados, gordura saturada ou sódio.</p>
<p>Após essa adoção, um levantamento da Scanntech mostra que, entre o primeiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2026, as vendas de açúcar recuaram 21,2%, enquanto biscoitos e chocolates registraram quedas de 19,3% e 15,7%, respectivamente. O cenário aponta para uma procura por novas formulações e propostas, capazes de conciliar prazer e escolhas alimentares.</p>
<p><strong>Do refrigerante ao chocolate: novas fórmulas chegam às prateleiras</strong></p>
<p>É nas categorias de consumo mais conhecidas que algumas dessas soluções começam a ganhar força. Um exemplo disso aparece nas bebidas, que vem ampliando o espaço para versões com menos ou nenhum açúcar. A Coca-Cola Zero Açúcar já representa mais de 31% das vendas totais da companhia no Brasil, de acordo com dados republicados pelo MarketScreener.</p>
<p>Por trás dessas versões existe um desafio importante na formulação. Reduzir o açúcar exige preservar o sabor, o aroma, o corpo e características próximas às que o consumidor já conhece. Para chegar a esse resultado, entram em cena diferentes tipos de adoçantes, combinações de ingredientes e ajustes na formulação.</p>
<p>Nos Doces e Snacks, a lógica ganha outras possibilidades. Chocolates podem trabalhar com maior concentração de cacau e ajustes na proporção de açúcar e gordura para equilibrar sabor e textura. Na última edição da <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-preparar-um-steak-tartare-perfeito-chef-da-5-dicas-para-chegar-ao-sabor-ideal/">Anuga</a>, os expositores já apresentavam novidades nesse sentido, com chocolates orgânicos e sustentáveis, opções bean-to-bar e produtos adoçados naturalmente, mostrando como a categoria vem explorando diferentes caminhos para unir qualidade, inovação e sabor. Biscoitos e snacks também encontram novas possibilidades em ingredientes com perfis nutricionais diferentes, como grãos, sementes e fibras. Além das alternativas sem adição de açúcar, surgem receitas pensadas para diferentes ocasiões de consumo e preferências.</p>
<p>Há também quem esteja investindo em tecnologias próprias. A Nestlé desenvolveu um processo enzimático que reduz em até 30% os açúcares presentes naturalmente em ingredientes como malte e leite, preservando sabor e textura e sem a necessidade de adicionar adoçantes ou agentes de volume para compensar a redução. A tecnologia já foi aplicada em bebidas à base de cacau e malte em diferentes mercados.</p>
<p>Em todas essas categorias, a reformulação exige encontrar um equilíbrio delicado entre reduzir determinados componentes e preservar textura, sabor e a experiência que o consumidor espera ao abrir uma embalagem. É aí que pesquisa, desenvolvimento e escolha de ingredientes ganham espaço na criação de novos produtos. Nesse processo, algumas soluções ajudam a orientar o desenvolvimento de novas formulações:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Alternativas para a redução de açúcar</strong></td>
<td><strong>O que pode ser trabalhado</strong></td>
<td><strong>O que precisa ser preservado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Adoçantes</strong></td>
<td>Combinações entre diferentes adoçantes e novas formas de equilibrar a percepção de dulçor</td>
<td>Sabor e ausência de sabores residuais</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Aromas</strong></td>
<td>Uso de aromas para reforçar a percepção de doçura</td>
<td>Experiência sensorial</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ingredientes funcionais</strong></td>
<td>Fibras, frutas, cacau e outros ingredientes que ajudam na formulação</td>
<td>Textura, corpo e palatabilidade</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Tecnologia e processos</strong></td>
<td>Novos métodos de processamento e tecnologias de reformulação</td>
<td>Características originais do produto</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Desenvolvimento de receitas</strong></td>
<td>Ajustes nas proporções e combinações de ingredientes</td>
<td>Sabor, aparência e aceitação do consumidor</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Iogurtes, pães e produtos gourmet ganham novas possibilidades</strong></p>
<p>Se cada <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">alimento</a> se comporta de uma maneira diferente, a redução de açúcar também precisa seguir caminhos próprios. Nos iogurtes, por exemplo, retirar parte da sacarose pode alterar a viscosidade, a cremosidade e a percepção de sabor. Por isso, entram em cena alternativas como adoçantes, frutas, lactase e recursos de sabor capazes de ajudar a reconstruir essas características.</p>
<p>Uma dessas possibilidades envolve o próprio aroma. Um caminho estudado pelo instituto de pesquisas NIZO, com sede na Holanda, mostra que determinados aromas podem aprimorar a percepção de doçura e contribuir para a redução do açúcar nas formulações. A proposta parte de um conceito relativamente novo na <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a>, baseado no uso do aroma para intensificar a sensação de dulçor e permitir uma quantidade menor de açúcar sem comprometer a experiência sensorial.</p>
<p>Na padaria, o desafio ganha outras proporções, pois o açúcar participa da textura, da cor, da umidade e do desenvolvimento de sabor durante o preparo. Ingredientes de qualidade e ajustes no processo podem ajudar a preservar maciez, volume e aparência, além de abrir espaço para receitas com diferentes tipos de farinha e outras matérias-primas.</p>
<p>Em produtos gourmet, existe ainda uma oportunidade de transformar a reformulação em diferencial. Ingredientes de origem conhecida, combinações inusitadas, maior presença de cacau, frutas, castanhas e outros componentes podem construir uma experiência sofisticada enquanto acompanham as novas expectativas em torno da composição.</p>
<p><strong>Reformular é também criar novas oportunidades</strong></p>
<p>Um portfólio também precisa acompanhar o que está acontecendo fora dele. Novas matérias-primas, tecnologias e soluções podem abrir caminhos para rever uma receita, testar uma ideia ou criar um produto capaz de se destacar no <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">mercado</a>.</p>
<p>Estar por dentro de pesquisas, acompanhar o que outras <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">empresas</a> estão desenvolvendo e manter contato direto com fornecedores e profissionais do <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">setor</a> também ajuda a enxergar essas possibilidades antes que elas cheguem às prateleiras. É esse contato direto que transforma informação em ideia e ideia em produto.</p>
<p>Ter acesso a tudo isso em um mesmo lugar é uma das oportunidades oferecidas pela <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">Anuga Select Brazil</a>, a maior <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a> de alimentos e bebidas da América Latina. No Distrito Anhembi, em São Paulo, o evento reúne os principais líderes, indústrias, <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">varejistas</a> e especialistas do setor para três dias de negócios, networking e conhecimento. Um ambiente para descobrir soluções, fortalecer contatos e encontrar novas possibilidades para o mercado.</p>
<p>Se uma nova tecnologia, um ingrediente ou um fornecedor pode fazer diferença no seu negócio, vale estar perto de quem está movimentando essas novidades<a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=anuga_quero_expor_27&amp;utm_content=consumo_de_alimentos_com_menos_acucar" target="_blank" rel="noopener">. Participe da próxima edição da Anuga Select Brazil e descubra o que pode ajudar sua empresa a inovar, rever seu portfólio e chegar a novos consumidores. Saiba mais sobre como expor na feira.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Proteína e fibras abrem caminho para uma nova geração de alimentos e bebidas</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://anuga-brazil.com.br/?p=67848</guid>

					<description><![CDATA[Proteína e fibras estão cada vez mais presentes no carrinho dos consumidores e também nas novidades que chegam às prateleiras. Hoje, esses nutrientes aparecem com destaque nas embalagens de uma variedade cada vez maior de produtos e já fazem parte da alimentação do dia a dia. No Brasil, essa mudança já aparece nas escolhas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Proteína e fibras estão cada vez mais presentes no carrinho dos consumidores e também nas novidades que chegam às prateleiras. Hoje, esses nutrientes aparecem com destaque nas embalagens de uma variedade cada vez maior de <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">produtos</a> e já fazem parte da alimentação do dia a dia.</p>
<p>No Brasil, essa mudança já aparece nas escolhas de compra. Uma pesquisa da AtlasIntel apontou que três em cada dez brasileiros levam em conta o destaque de proteína na embalagem. Os resultados no varejo seguem a mesma direção. Dados da Scanntech em parceria com a McKinsey indicaram, em 2025, crescimento de 21% nas vendas de cereais proteicos, 16% nos iogurtes proteicos e 14% nos leites saborizados com proteína.</p>
<p>Por trás dessa procura estão hábitos que vêm mudando aos poucos. Há mais atenção ao que se come, interesse por <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/">alimentos</a> funcionais e, claro, uma rotina em que praticidade continua contando bastante. É nesse encontro que proteína e fibras vêm conquistando espaço e abrindo novas possibilidades para os produtos que chegam ao <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">mercado</a>.</p>
<p><strong>Proteína lidera, mas as fibras também entram em cena</strong></p>
<p>Durante muito tempo, produtos com alto teor de proteína estiveram ligados principalmente à suplementação esportiva, mas agora esse apelo se espalhou pelo consumo cotidiano e aparece em produtos voltados a diversos públicos.</p>
<p>De acordo com dados da Mordor Intelligence, o mercado global de proteínas registrou uma receita de US$ 24,49 bilhões em 2024, com projeção de crescimento para US$ 32,42 bilhões até 2029. A expansão acompanha a maior prática de atividades físicas, o envelhecimento da população e a preocupação com a manutenção da massa muscular.</p>
<p>As fibras seguem um caminho parecido e vêm conquistando mais atenção nos lançamentos. O levantamento publicado pela Maximum Boxing mostrou que as buscas por “alimentos com fibra” no Google chegaram a 247 mil no último ano, acompanhando o interesse pela <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">saúde</a> intestinal e pelos benefícios associados ao consumo desse nutriente.</p>
<p>Proteína e fibras também ganharam destaque nas embalagens e se tornaram argumentos de diferenciação. O desafio agora está em transformar esse interesse em produtos equilibrados, saborosos e funcionais, que atendam diferentes rotinas e perfis de consumo sem perder a simplicidade e a praticidade que fazem sentido no dia a dia.</p>
<p>Algumas categorias já dão boas pistas do que começa a aparecer nas prateleiras:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><strong>O que já está chegando às prateleiras</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Categoria</strong></td>
<td><strong>O que está aparecendo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Bebidas</td>
<td>Proteína, fibras prebióticas e suporte digestivo</td>
</tr>
<tr>
<td>Lácteos</td>
<td>Iogurtes proteicos, fibras e probióticos</td>
</tr>
<tr>
<td>Snacks</td>
<td>Proteína, fibras e grãos integrais</td>
</tr>
<tr>
<td>Café da manhã</td>
<td>Cereais, granolas e opções congeladas enriquecidas</td>
</tr>
<tr>
<td>Bakery</td>
<td>Pães e produtos assados com fibras e maior teor proteico</td>
</tr>
<tr>
<td>Refeições</td>
<td>Mais proteína, porções ajustadas e ingredientes funcionais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>GLP-1 traz novas questões para o desenvolvimento de alimentos</strong></p>
<p>A popularização dos medicamentos GLP-1 adicionou outra variável às mudanças de comportamento alimentar. A redução do apetite observada entre parte dos usuários pode afetar o tamanho das refeições, a frequência dos lanches e a escolha do que entra no carrinho.</p>
<p>Dados da PwC indicam que 61% dos usuários entrevistados passaram a comprar menos doces e 56% reduziram a aquisição de snacks salgados. Em outras categorias, o movimento seguiu na direção contrária. Cerca de 44% aumentaram a compra de produtos frescos, 35% ampliaram a de proteína embalada e 34% passaram a consumir mais fontes frescas de proteína.</p>
<p>Algumas dessas preferências já existiam antes da popularização dos medicamentos, mas o avanço do GLP-1 trouxe mais atenção ao tamanho das porções, à densidade nutricional e ao que oferecer a consumidores que comem menos e escolhem com mais cuidado o que vai compor a refeição.</p>
<p><strong>De que forma as <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">empresas</a> estão se preparando para essa revolução</strong></p>
<p>Se parte dos consumidores está comendo menos e prestando mais atenção ao que coloca no prato, as empresas precisam acompanhar essa mudança. E muitas já mostram que entenderam o recado.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Nestlé criou uma linha de refeições pensada para usuários de medicamentos GLP-1 e pessoas em processo de controle de peso. São porções menores, adaptadas à redução do apetite, com alto teor de proteína e opções que também são fontes de fibras. A companhia continua pesquisando novas formulações para esse público, incluindo proteínas, colágeno e outros nutrientes.</p>
<p>A Hershey também acompanha essa transformação e vem ampliando opções sem açúcar e sua presença em outras categorias de snacks. A linha Zero Sugar, por exemplo, multiplicou suas vendas por mais de quatro entre 2020 e 2025, enquanto a empresa investe em ferramentas para identificar mudanças de comportamento e acelerar o desenvolvimento de produtos.</p>
<p>Há respostas bem diferentes para uma mesma mudança de consumo. Algumas companhias criam linhas específicas, outras reformulam produtos conhecidos ou procuram novas categorias para ampliar o portfólio. Proteína, fibras, redução de açúcar e porções menores já aparecem com mais frequência nessas decisões.</p>
<p>Também existe espaço para explorar ocasiões menos óbvias. Bebidas à base de café enriquecidas com proteínas e outros nutrientes mostram como atributos funcionais podem entrar em hábitos já consolidados, seja no café da manhã, no pós-treino ou naquele intervalo durante o trabalho.</p>
<p><strong>O mercado brasileiro amplia as apostas em proteína e fibras</strong></p>
<p>O ritmo de lançamentos no Brasil mostra que a aposta já chegou a categorias bem diferentes, com exemplos que ajudam a enxergar até onde essa ideia pode chegar. Já há pão com 12 gramas de proteína a cada duas fatias e o dobro de fibras da versão tradicional, além de snacks de parmesão com 16 gramas de proteína por pacote. São produtos conhecidos, presentes na rotina, que recebem uma nova proposta sem exigir que o consumidor mude completamente seus hábitos.</p>
<p>A embalagem participa diretamente dessa conversa com o consumidor. Uma quantidade elevada de proteína estampada na frente pode despertar curiosidade na primeira compra, mas comunicar bem os atributos do produto é cada vez mais importante para conquistar atenção.</p>
<p>Alegações nutricionais também precisam ser compreendidas rapidamente em toda a comunicação, principalmente quando há vários benefícios disputando um espaço pequeno no rótulo. Quanto mais simples for entender o que aquele produto oferece e por que ele pode fazer sentido na rotina, melhor.</p>
<p><strong>O que vem depois da onda da proteína</strong></p>
<p>A <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a> de alimentos já prepara uma nova leva de produtos em que a proteína virou o centro de tudo. A pergunta agora é o que ainda pode surgir a partir daí.</p>
<p>Boa parte dessas ideias chega às <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">feiras</a> de negócios quando começa a sair do papel. É ali que novos ingredientes, tecnologias, formulações e produtos encontram compradores, distribuidores, fornecedores e parceiros interessados em descobrir o que pode ganhar espaço nas próximas gôndolas.</p>
<p>A <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">Anuga</a> Select Brazil é um dos principais encontros do <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">setor</a> de alimentos e bebidas no país e coloca essas discussões frente a frente com o mercado. Entre lançamentos, novos fornecedores e tendências de consumo, a <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a> aproxima quem está desenvolvendo novidades de quem busca produtos, parcerias e oportunidades para os próximos anos.</p>
<p>A próxima edição acontece de 6 a 8 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo, reunindo temas que já influenciam os próximos lançamentos, como proteína, fibras, funcionalidade e novas respostas às mudanças no consumo.</p>
<p>Quer apresentar sua marca, encontrar novos parceiros e acompanhar de perto as transformações do mercado de alimentos e bebidas? <a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=anuga_quero_expor_27&amp;utm_content=proteina_e_fibras_ganham_forca" target="_blank" rel="noopener">Saiba como expor na Anuga Select Brazil 2027.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
