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	<title>Mercados Internacionais &#8211; Anuga Select Brazil</title>
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	<description>Feira Internacional de Alimentos e Bebidas</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Sep 2026 13:13:17 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Mercados Internacionais &#8211; Anuga Select Brazil</title>
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		<title>Exportação de alimentos &#8211; Quais mercados estão de olho nos produtos brasileiros?</title>
		<link>https://anuga-brazil.com.br/exportacao-de-alimentos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[anderson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior & Internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos e Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Compradores Internacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo: A exportação de alimentos brasileiros alcançou cerca de 190 países e movimentou US$ 66,7 bilhões em produtos industrializados em 2025. China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia e Japão estão entre os principais compradores, enquanto países árabes e latino-americanos também abrem diferentes frentes comerciais. Entrar nesses mercados exige entender demanda, requisitos de acesso, canais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo: A <strong>exportação de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-congelados-ganham-novo-protagonismo-com-conveniencia-qualidade-e-reducao-de-desperdicio/">alimentos</a></strong> brasileiros alcançou cerca de 190 países e movimentou US$ 66,7 bilhões em <a href="https://anuga-brazil.com.br/a-ascensao-das-marcas-proprias-de-opcao-economica-a-ativo-estrategico-do-varejo/">produtos</a> industrializados em 2025. China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia e Japão estão entre os principais compradores, enquanto países árabes e latino-americanos também abrem diferentes frentes comerciais. Entrar nesses mercados exige entender <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-disfarce-de-sabor-a-rotulos-clean-label-veja-como-a-tecnologia-atua-no-setor-de-sorvetes/">demanda</a>, requisitos de acesso, canais de venda e perfil dos compradores. A <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-as-canetas-emagrecedoras-estao-mudando-o-mercado-de-alimentos/">Anuga</a> Select Brazil aproxima <a href="https://anuga-brazil.com.br/dados-como-ingrediente-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-industria-de-alimentos/">empresas</a> desse ambiente internacional ao reunir compradores, entidades e profissionais da cadeia de <a href="https://anuga-brazil.com.br/sorvete-de-coxinha-marca-chinesa-investe-em-alimentos-3d-para-ampliar-atuacao-no-mercado-sulamericano/">alimentos e bebidas</a> em um espaço voltado à geração de <a href="https://anuga-brazil.com.br/como-preparar-um-steak-tartare-perfeito-chef-da-5-dicas-para-chegar-ao-sabor-ideal/">negócios</a>.</p>
<h2><strong>Brasil bate recorde na exportação de alimentos e alcança novos mercados</strong></h2>
<p>Em 2025, os alimentos brasileiros chegaram a cerca de 190 países, e as <a href="https://anuga-brazil.com.br/exportacoes-de-alimentos-pequenas-e-medias-industrias-brasileiras-ganham-espaco-no-mercado-internacional/">exportações</a> de produtos industrializados atingiram o recorde de US$ 66,7 bilhões. Por trás desses números está uma rede comercial que passa pelos grandes compradores da Ásia, alcança mercados exigentes da Europa e dos Estados Unidos, mantém relações importantes com os países árabes e encontra novas possibilidades também entre os vizinhos latino-americanos.</p>
<p>Só que vender para tantos destinos não torna esses mercados iguais. Um produto competitivo no <a href="https://anuga-brazil.com.br/proteina-e-fibras-abrem-caminho-para-uma-nova-geracao-de-alimentos-e-bebidas/">Brasil</a> precisa encontrar demanda, atender regras locais, chegar pelo canal adequado e fazer sentido para quem compra do outro lado. Em alguns países, certificações têm peso decisivo; em outros, características do produto, preço, origem, embalagem ou capacidade de fornecimento podem mudar a negociação.</p>
<p>A partir dessas diferenças, as empresas podem direcionar melhor seus esforços e identificar oportunidades compatíveis com seus produtos. A seguir, vamos olhar para quem já compra alimentos brasileiros, quais mercados ganharam espaço, os produtos presentes nas exportações e os pontos que precisam entrar na estratégia de quem pretende negociar com compradores internacionais.</p>
<h3><strong>Índice</strong></h3>
<ol>
<li>Exportação de alimentos favorece o saldo comercial brasileiro</li>
<li>Quais mercados mais compram alimentos brasileiros?</li>
<li>Da Ásia à América Latina, as exportações brasileiras encontram diferentes rotas</li>
<li>Quais alimentos brasileiros têm força no <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-premium-ganham-espaco-e-mostram-que-consumidores-estao-dispostos-a-pagar-mais/">mercado</a> internacional?</li>
<li>O que pesa na escolha de um novo mercado?</li>
<li>Como chegar aos compradores internacionais?</li>
<li><a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">Anuga Select Brazil</a> aproxima produtos brasileiros de novos mercados</li>
<li>Perguntas frequentes sobre exportação de alimentos</li>
</ol>
<h2><strong>1. Exportação de alimentos favorece o saldo comercial brasileiro </strong></h2>
<p>A dimensão alcançada no exterior também aparece nos resultados da <a href="https://anuga-brazil.com.br/inteligencia-artificial-e-regulamentacoes-da-uniao-europeia-transformam-a-industria-de-alimentos/">indústria</a> brasileira de alimentos, que fechou 2025 com R$ 1,388 trilhão em faturamento, alta de 8,02% sobre o ano anterior. As exportações de produtos industrializados responderam por 19,1% de tudo o que o Brasil vendeu ao exterior e, em comparação com 2020, cresceram 73% em valor, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA).</p>
<p>Outro número chama atenção pela participação no comércio exterior brasileiro. O <a href="https://anuga-brazil.com.br/7a-edicao-da-anuga-premia-produtos-que-se-destacam-pela-inovacao-e-criatividade/">setor</a> registrou superávit de US$ 57,5 bilhões em 2025, equivalente a 84% do saldo comercial positivo do país naquele ano. O resultado veio mesmo com barreiras tarifárias, conflitos internacionais e custos logísticos que interferiram nas negociações ao longo do período.</p>
<p>O desempenho também revela uma pauta de exportação que vai além dos grandes volumes agrícolas pelos quais o Brasil já é reconhecido. Alimentos e bebidas industrializados conquistaram uma participação expressiva nessas vendas, reunindo desde produtos com menor grau de processamento até categorias de maior valor agregado.</p>
<p>A expectativa da ABIA é que as exportações do setor alcancem US$ 70 bilhões em 2026. Chegar a esse patamar depende tanto dos grandes destinos que já sustentam as vendas quanto da capacidade de distribuir negócios entre diferentes países.</p>
<h2><strong>2. Quais mercados mais compram alimentos brasileiros?</strong></h2>
<p>A China liderou o ranking de compradores dos alimentos industrializados brasileiros em 2025. Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia e Japão completaram as cinco primeiras posições, ainda segundo a ABIA.</p>
<p>A lista já diz bastante sobre o alcance geográfico dessas vendas. A Ásia ocupa três das cinco primeiras posições, enquanto Estados Unidos e Países Baixos mostram que esse mapa se estende a outras regiões.</p>
<p>A Europa também mantém peso importante. Considerando o agronegócio em uma base mais abrangente, as exportações brasileiras para a <a href="https://anuga-brazil.com.br/acordo-mercosul-ue-abre-novas-oportunidades-para-exportacao-de-alimentos-e-bebidas-brasileiros/?utm_source=chatgpt.com">União Europeia</a> passaram de US$ 19,5 bilhões em 2024 para US$ 21,8 bilhões em 2025. Café verde, farelo de soja e soja em grãos lideraram essa pauta, acompanhados por produtos como carne bovina, milho e açúcar.</p>
<p>A diversificação dos destinos ganha importância justamente quando um grande mercado passa por mudanças comerciais. Tarifas aplicadas pelos Estados Unidos afetaram o desempenho do setor em 2025 e, segundo estimativa apresentada pela ABIA, entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão em vendas deixaram de ser realizadas. Ter compradores distribuídos por diferentes regiões reduz a exposição a mudanças concentradas em um único destino.</p>
<h2><strong>3. Da Ásia à América Latina, as exportações brasileiras encontram diferentes rotas</strong></h2>
<p>A China lidera as compras de alimentos industrializados brasileiros, acompanhada na Ásia por dois países que também chegaram ao grupo dos cinco maiores destinos em 2025. Indonésia e Japão ocupam posições que reforçam o peso da região e, principalmente, mostram que as relações comerciais brasileiras por lá se estendem a economias com perfis bastante distintos.</p>
<p>Há diferenças importantes entre esses mercados em hábitos de <a href="https://anuga-brazil.com.br/alimentos-com-menos-acucar-como-a-industria-esta-reformulando-produtos-sem-perder-sabor/">consumo</a>, canais de venda, exigências regulatórias e posicionamento de produto. Na realidade, entrar na China, no Japão ou na Indonésia envolve decisões próprias sobre portfólio, apresentação, documentação e parceiros comerciais. Conhecer essas particularidades torna a escolha do destino mais precisa e evita aplicar a mesma estratégia a países com dinâmicas de consumo diferentes.</p>
<p>Fora da Ásia, os países árabes ocupam uma posição que merece atenção pelos números. Em 2025, a Liga Árabe foi o segundo principal bloco regional de destino dos alimentos industrializados brasileiros, ficando à frente da União Europeia. Dependendo do país e da <a href="https://anuga-brazil.com.br/maior-campeonato-brasileiro-de-pizzaiolos-reune-competidores-de-todo-o-pais-em-classificatoria-para-competicao-mundial/">categoria</a>, certificações, requisitos religiosos e adequações específicas de produção fazem parte das condições de acesso, especialmente em produtos de origem animal. A FAMBRAS Halal, maior certificadora Halal da América Latina e parceira da Anuga Select Brazil, reúne cerca de 350 indústrias certificadas que exportam para diferentes mercados internacionais.</p>
<p>A América Latina também trouxe mudanças importantes em 2025. As vendas de alimentos brasileiros para a Argentina cresceram 70%, e Paraguai, Uruguai e Chile registraram avanço. A proximidade geográfica pode tornar algumas operações logísticas mais simples, mas preço, concorrência, distribuição e regras locais continuam definindo a viabilidade comercial em cada país.</p>
<p>Esses movimentos colocam opções bastante diferentes diante das empresas brasileiras. Há grandes compradores asiáticos, uma relação já consolidada com o mundo árabe e países latino-americanos que aumentaram suas compras recentemente. As condições de entrada, o perfil dos compradores e as exigências de cada país acabam definindo quais destinos fazem sentido para cada produto.</p>
<h2><strong>4. Quais alimentos brasileiros têm força no mercado internacional?</strong></h2>
<p>Soja, proteínas animais, açúcar, café e milho continuam entre os produtos de maior projeção externa do país. Em 2025, a soja em grãos gerou US$ 43,5 bilhões em receitas de exportação, e a carne bovina alcançou o recorde de US$ 17,9 bilhões. O café chegou a US$ 16 bilhões, com alta de 30,3% em valor no ano.</p>
<p>Os grandes volumes dividem a pauta externa com produtos de diferentes níveis de processamento. Frutas, sucos, biscoitos, massas, pães e bolos também chegam a compradores internacionais e mostram outras frentes da oferta brasileira de alimentos.</p>
<h2><strong>Exportação de alimentos &#8211; quais os principais produtos exportados pelo Brasil em 2025</strong></h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Produtos brasileiros</strong></td>
<td><strong>O que observar no mercado externo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Frutas</strong></td>
<td>O Brasil exportou cerca de 1,3 milhão de toneladas em 2025, com faturamento de US$ 1,56 bilhão. Manga, melão, melancia, limões e limas estiveram entre os principais produtos em volume.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sucos</strong></td>
<td>O processamento de frutas abre uma frente própria de exportação, com destaque internacional para o suco de laranja brasileiro.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Snacks e alimentos processados</strong></td>
<td>Conveniência, sabor, embalagem e adaptação ao consumo local entram na estratégia de produtos que disputam espaço fora das grandes cadeias de commodities.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alimentos funcionais</strong></td>
<td>Formulação, <a href="https://anuga-brazil.com.br/de-olho-em-mudanca-de-comportamento-dos-consumidores-marcas-tentam-deixar-produtos-industrializados-mais-naturais/">benefícios</a> nutricionais, <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-futuro-da-industria-de-alimentos/">ingredientes</a> e regras para alegações exigem atenção na entrada em diferentes mercados.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ingredientes</strong></td>
<td>Produtos destinados à indústria seguem uma lógica <a href="https://anuga-brazil.com.br/foodservice-em-transformacao-o-que-restaurantes-hoteis-e-bares-estao-buscando/">B2B</a>, na qual aplicação, especificações técnicas, regularidade de fornecimento e adequação regulatória pesam na negociação.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Fonte:</strong> Conab, ComexStat e Abimapi.</p>
<p>A abertura de novos mercados também movimenta categorias que já possuem grande escala internacional. A carne bovina brasileira conquistou acesso a 11 novos mercados ao longo de 2025, e a carne suína avançou 19,6% em valor exportado, levando o Brasil, pela primeira vez, à posição de terceiro maior exportador mundial da categoria.</p>
<p>Cada grupo de produtos encontra condições próprias de comercialização no exterior. Escala e preço podem ter maior peso em uma negociação; processamento, origem, certificações, formulação ou características específicas do produto podem definir outras.</p>
<h2><strong>5. O que pesa na escolha de um novo mercado?</strong></h2>
<p>Um país que importa grandes volumes de alimentos não é automaticamente o melhor destino para qualquer produto brasileiro. Antes de investir em prospecção, seis pontos mostram se a oportunidade faz sentido na prática:</p>
<ul>
<li><strong>Demanda</strong><br />
Quem compra essa categoria, em qual volume e faixa de preço? O consumo existente precisa ser compatível com o posicionamento do produto.</li>
<li><strong>Requisitos de entrada</strong><br />
Normas sanitárias, registros, certificações, ingredientes permitidos e documentação variam entre mercados e categorias. Identificar essas exigências cedo evita desenvolver uma operação comercial que depois esbarra em uma barreira regulatória.</li>
<li><strong>Produto e embalagem</strong><br />
Rotulagem, idioma, tamanho da embalagem, formulação, informações nutricionais e até apresentação podem exigir adaptações. A versão comercializada no Brasil nem sempre está pronta para entrar diretamente em outro país.</li>
<li><strong>Logística</strong><br />
Prazo, frete, armazenagem e necessidade de cadeia refrigerada interferem no custo final e na capacidade de competir. Em alimentos perecíveis, essa conta ganha ainda mais importância.</li>
<li><strong>Canal de venda</strong><br />
Importador, distribuidor, varejo, foodservice e indústria compram de maneiras diferentes. Definir quem precisa ser alcançado também influencia preço, volume, apresentação comercial e negociação.</li>
<li><strong>Concorrência</strong><br />
O produto brasileiro disputa espaço com fornecedores locais e de outros países. Preço sozinho raramente explica essa competição. Regularidade de fornecimento, qualidade, diferenciais do produto e confiança comercial também entram na decisão de compra.</li>
</ul>
<p>Responder a esses pontos antes de escolher o destino torna a prospecção mais precisa. Também evita tratar países inteiros como mercados homogêneos quando, dentro deles, canais e públicos podem oferecer condições bastante diferentes.</p>
<h2><strong>6. Como chegar aos compradores internacionais?</strong></h2>
<p>Depois da escolha do mercado, surge uma etapa menos visível nas estatísticas de exportação: encontrar quem pode colocar o produto em circulação naquele país. Dependendo da categoria e do modelo de negócio, essa ponte passa por importadores, distribuidores, redes <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">varejistas</a>, atacadistas, indústrias, operadores de foodservice ou representantes comerciais.</p>
<p>A busca por esses contatos pode combinar prospecção direta, apoio de entidades especializadas, missões comerciais, rodadas de negócios e <a href="https://anuga-brazil.com.br/das-conexoes-aos-resultados-como-transformar-encontros-de-negocios-em-oportunidades-reais/">feiras</a> do setor. A ApexBrasil, que informa atender 3.565 empresas de alimentos, bebidas e agronegócio, atua nessa aproximação e também participa da Anuga Select Brazil com iniciativas voltadas à internacionalização.</p>
<p>Na edição de 2026, a agência esteve presente com o Exporta Mais Brasil, que promove rodadas entre empresas brasileiras e <a href="https://anuga-brazil.com.br/o-que-os-compradores-procuram-em-uma-feira-de-negocios-tendencias-conexoes-e-oportunidades-de-mercado/">compradores internacionais</a>, além de ações de capacitação e inteligência de mercado. Essa combinação é especialmente útil porque uma negociação internacional começa antes da conversa com o comprador. Informações sobre demanda, perfil de consumo, concorrência e características de cada destino permitem chegar a esse encontro com uma proposta comercial mais bem preparada.</p>
<p>Feiras de negócios concentram essas duas frentes no mesmo ambiente. Além do contato com importadores, distribuidores e varejistas, elas dão acesso a especialistas, entidades setoriais, conteúdos e informações que ajudam a entender o comportamento de diferentes mercados. Também permitem observar produtos concorrentes, conversar diretamente com profissionais da cadeia e identificar ajustes que podem ser necessários antes de uma negociação avançar.</p>
<h2><strong>7. Anuga Select Brazil aproxima produtos brasileiros de novos mercados</strong></h2>
<p>Os números apresentados ao longo deste artigo mostram um Brasil que já ocupa espaço em diferentes rotas do comércio mundial de alimentos. A próxima decisão é bem mais específica e acontece empresa por empresa: qual mercado combina com o produto, quais exigências precisam ser atendidas e com quem vale a pena negociar.</p>
<p>A Anuga Select Brazil coloca parte dessas respostas em circulação durante a <a href="https://anuga-brazil.com.br/gomas-de-drink-que-explodem-na-boca-e-brownie-de-chocolate-com-bacon-confira-as-novidades-curiosas-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/">feira</a>. A programação reúne empresas brasileiras e internacionais, compradores e entidades que acompanham o comércio de alimentos e bebidas, além de iniciativas voltadas à geração de negócios e à internacionalização. É um espaço para levar ao contato comercial aquilo que começou com pesquisa, preparação e escolha de mercado.</p>
<h3><strong><em>Anuga Select Brazil 2027</em></strong></h3>
<p><strong>Novos mercados podem começar por uma boa conexão comercial</strong></p>
<p>De 6 a 8 de abril, a Anuga Select Brazil reúne em São Paulo empresas e profissionais da cadeia de alimentos e bebidas do Brasil e de outros países. Para quem busca espaço no mercado internacional, a feira oferece um ambiente para apresentar produtos, conhecer potenciais parceiros e participar de iniciativas voltadas à <a href="https://anuga-brazil.com.br/conexoes-que-geram-negocios-anuga-encerra-setima-edicao-com-rodada-recorde-na-america-latina/">geração de negócios</a>.</p>
<p><a href="https://koelnmesse-brasil-1.rds.land/anuga_quero_expor-27?utm_source=site&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=quero_expor&amp;utm_content=exportacao_de_alimentos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conheça as oportunidades para expor.</strong></a></p>
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