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	<title>gourmets &#8211; Anuga Select Brazil</title>
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	<description>Feira Internacional de Alimentos e Bebidas</description>
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		<title>Cafés gourmets e especiais representam mais de 20% das exportações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 14:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mercado externo é destino de 9 milhões das 10 milhões de sacas produzidas no país   O consumo dos chamados cafés especiais apresentam um forte crescimento dentro do Brasil, com uma evolução anual média de 15%. Entretanto, o mercado externo já percebeu a qualidade dos produtos brasileiros e é destino de 9 milhões das 10 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Mercado externo é destino de 9 milhões das 10 milhões de sacas produzidas no país</em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O consumo dos chamados cafés especiais apresentam um forte crescimento dentro do Brasil, com uma evolução anual média de 15%. Entretanto, o mercado externo já percebeu a qualidade dos produtos brasileiros e é destino de 9 milhões das 10 milhões de sacas produzidas no país. As exportações desse produto de qualidade diferenciada já respondem  por 21,6% das receitas totais de remessas de cafés para o exterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dados da BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais) referentes a 2018 indicam que da receita total de US$ 7,4 bilhões gerada por remessas de cafés de todos os tipos, US$ 1,6 bilhão é proveniente de cafés especiais. Os principais destinos do produto são Estados Unidos, Europa e Japão. Coreia do Sul também é um mercado considerado, onde já há boa penetração dos cafés especiais do Brasil, mas ainda aquém desses outros destinos, assim como a China é a &#8220;bola da vez&#8221; para ampliar a participação do Brasil neste país asiático, que possui um potencial enorme para expansão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O crescimento das exportações no ano de 2019 é promissor. Cálculos da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) indicam que de janeiro a abril último foram embarcadas 2,5 milhões de sacas, o que corresponde a uma evolução da ordem de 43,4% no comparativo com o mesmo período de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o presidente da Abic, Ricardo Silveira, há espaço para crescimento de mercado dos cafés especiais nas versões torrado e moído, desde que sejam celebrados novos acordos econômicos. &#8220;Para que o país cresça com café torrado e moído, precisamos de acordos econômicos bilaterais e da liberação da importação de cafés crus de outros países, para que tenhamos <em>blend</em> adequado para cada país importador.Isto poderia ser feito por <em>drawback (suspensão ou eliminação de tributos)</em>. E, além disso, existe um mercado grande a ser explorado como a própria América do Sul e a Ásia&#8221;, afirma o executivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A exploração de novos mercados está a todo vapor. Por meio da parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a BSCA desenvolve o projeto &#8220;Brazil The Coffee Nation&#8221;, que busca inserir o produto em países como Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Itália, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, Rússia, e Turquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Valor agregado e certificação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há anos regiões como Chapada Diamantina, Campo das Vertentes, Vale da Grama, Mantiqueira de Minas, e, mais recentemente, norte do Paraná e montanhas do Espírito Santo, cerrado mineiro e Alta Mogiana Paulista, se destacam pela produção de grãos. Os mesmos produtos de alta qualidade colhidos no Brasil e vendidos para o exterior podem ser encontrados em uma xícara de café perto de você. E com garantia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem gosta de um café especial não abre mão da qualidade em detrimento do preço. Apesar de custar, em média, 50% mais caro do que o café comum, uma xícara é certeza de uma experiência diferenciada. Outro ponto é que a profissionalização do setor, o que inclui também campeonatos brasileiros de baristas, permitem uma maior difusão das informações do que está sendo servido aos consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro ponto que vem chamando atenção dos <em>coffe lovers </em>é a certificação. Cálculos das Abic dão conta de que, em média, todo e qualquer café certificado custa 12% mais no comparativo deum não certificado na mesma categoria. Das 3 mil marcas de café sendo comercializadas atualmente no Brasil (todas as qualidades), 35,7% (1.072) são cetificadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ausência de uma certificação no caso dos cafés especiais não é sinônimo de má qualidade. Pelo contrário. Atualmente a BSCA estimula junto aos produtores adoções de técnicas de controle de qualidade e rastreabilidade, o que garante a responsabilidade socioambiental e proporcionando vantagem competitiva aos produtos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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